Blog destinado a divulgação da cultura gaúcha como um todo: shows, festivais, cultura, história, curiosidades. Enfim, tudo da cultura gaúcha.

Em 2018 completo 30 anos de trabalho e amor ao Rio Grande traduzidos em canto. Para celebrar a data, estamos preparando o CD e DVD "Marenco 30 anos". A boa notícia é que tu podes reservar o teu desde já e se tornar um parceiro nesta jornada!

Esta é a última semana da pré-venda especial do novo disco, junto com várias produtos exclusivos, para todos os gostos e bolsos, preparados com muito carinho. Trata-se da Campanha do Cantador - um projeto de financiamento coletivo que oferece recompensas variadas a quem apoiar o projeto. Desde a reserva do disco, com teu nome impresso nos agradecimentos, até serenatas e concertos caseiros!

Saiba como reservar seu disco, conheça as recompensas e participe neste link: http://kickante.com.br/campanhadocantador

Te convido a fazer parte deste momento tão importante de minha vida! O disco dos 30 anos será histórico, pois será feito ao lado das pessoas mais importantes para mim: minha família, colegas de arte e os admiradores de nossa música.

Acessa a plataforma e veja como participar!

Mas não perde tempo: as recompensas da Campanha do Cantador estão à venda apenas até o dia 19/07!

Conto contigo!
Um abraço!
#Marenco30anos #CampanhaDoCantador
© 2017 Luiz Marenco
#Marenco30anos #CampanhaDoCantador

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O Movimento Tradicionalista Gaúcho realiza, no dia 29 de julho, no CTG Alexandre Pato, em Lagoa Vermelha, a 84ª Convenção Tradicionalista.

Segundo o presidente do MTG, Nairo Callegaro, a Convenção Tradicionalista tem papel fundamental na revitalização do Movimento Tradicionalista, por reunir as principais lideranças e os jovens diretamente envolvidos com as principais atividades culturais realizadas no pago gaúcho. “Dos debates realizados nas Convenções resultam os rumos do Movimento, pois em suas plenárias decidem-se as normas que regem s relações internas e externas do MTG”, afirma.

A Convenção Tradicionalista é o órgão integrado pelos membros do Conselho Diretor, Conselho de Vaqueanos, Junta Fiscal, Conselheiros Beneméritos e Coordenadores Regionais, que reúne-se ordinariamente, todos os anos, no mês de julho, em local fixado na Convenção anterior ou por convocação extraordinária.

A primeira Convenção Tradicionalista foi realizada no ano de 1968, no CTG “Invernada do Chapadão”, em Jaguari, 10 ª Região Tradicionalista.


Fonte: blog do MTG-RS
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Em grafite sobre papel, Francis Pelichek retratou a figura do pastor com ovelhas diante de um rio ACERVO DA PINACOTECA BARÃO DE SANTO ÂNGELO/ACERVO DA PINACOTECA BARÃO DE SANTO ÂNGELO/DIVULGAÇÃO/JC - Jornal do Comércio


Caroline da Silva

O Salão de Festas da Ufrgs (Paulo Gama, 110 - 2º andar) foi palco, na última quarta-feira (12), para o lançamento do livro derivado do projeto ocorrido no local em 2015, apresentando cinco encontros com intelectuais discutindo elementos formadores da cultura regional. O evento foi realizado através de uma roda de conversa aberta com alguns dos integrantes de NósOutros Gaúchos: as identidades dos gaúchos em debate interdisciplinar (Ed. Ufrgs, 352 págs.).

NósOutros Gaúchos - uma parceria entre o Departamento de Difusão Cultural da universidade e o Instituto Appoa (Associação Psicanalítica de Porto Alegre), com apoio cultural da Celulose Riograndense - também promoveu um ciclo de cinema, performances de dança e espetáculos de música (Vitor Ramil e Renato Borghetti e a Fábrica de Gaiteiros), além de disponibilizar um site com textos e vídeos dos encontros.

A publicação tem como organizadores Sinara Robin (doutora em História e socióloga da Ufrgs) e Jaime Betts - psicanalista e ex-diretor do Instituto Appoa. O livro é fruto de um ciclo de palestras em que a questão das identidades gaúchas foi debatida em uma perspectiva interdisciplinar. "Foram levantados múltiplos aspectos das nossas identidades, tocando em muitos mitos, que tendem a somar a parte pelo todo, como se os gaúchos fossem só a imagem tradicional da figura divulgada do gaúcho. Os aspectos apresentados desmistificam isso e ajudam a diminuir o grenalismo, a oposição intrínseca que existe na cultura gaúcha", avalia Betts.

Do campo da História, participaram Tau Golin e os professores Cesar Augusto B. Guazzelli e José Rivair Macedo. Da Música, foram convidados José Miguel Wisnik, Pedro Figueiredo e Pirisca Grecco. Paulo Gomes analisou as artes visuais; e Luís Augusto Fischer, a literatura. Maria Ivone dos Santos e Mario Corso foram nomes presentes, entre tantos outros, como Rualdo Menegat, da área da Geografia.

"O livro foi uma tradução dos encontros, respeitando a questão da oralidade, do ambiente de debate, porque ele é cheio de imagens. Tentamos reproduzir aquela ambiência e fazer a transcrição da fala dos convidados", explica Sinara, acrescentando que, desde o início da ideia, foi projetada a intenção de publicar as atividades. "Foi a nossa proposta, que toda aquela ambiência continuasse dialogando em torno desta temática. Mas o resultado dela, agora, foi fruto da caminhada, a questão de ter gravado todas as imagens e áudios de todos os debates, todo o percurso."

Segundo Betts, os leitores terão a oportunidade de contextualizar as discussões todas com peças - reproduzidas no livro - da produção artística do Rio Grande do Sul, cujas obras fazem parte do acervo do Instituto de Artes da Ufrgs: "Além disso, vão poder refletir sobre seus próprios posicionamentos, pré-conceitos e vícios em torno de sua identidade e a daqueles que estão à sua volta, ampliando as possibilidades de diálogo nesse sentido, de reconhecimento e aceitação das diferenças".

Sinara afirma que as identidades estão sempre em movimento. Ela reconhece que muitos discutem e já publicaram sobre essa temática, que ela está em muitos lugares. "A ideia era construir essa densidade de questões e que a arte também fosse uma voz, uma presença", completa a socióloga, destacando que a arte não foi apenas uma ilustração, ela também foi um elemento de análise, conversando sempre junto. "A performance dos alunos do grupo da professora Inês Marocco foi pensada na corporeidade e nas técnicas corporais do gaúcho; e a (atriz) Deborah Finocchiaro trouxe texto pensando todas essas questões; o cinema também fez esse diálogo."

O mito, o gentílico, as raízes, os conflitos pautaram as abordagens, "não para procurar respostas, mas para debater sobre esse volume que a ciência, a literatura e os suportes artísticos todos fazem, cada um com as suas metodologias", conforme Sinara.

A obra ficará acessível aos interessados em um e-book gratuito, que será divulgado no endereço do projeto (www.ufrgs.br/difusaocultural/nosoutrosgauchos) e no e-mail appoa@appoa.com.br.


Fonte: Jornal do Comércio
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GRAN CONCIERTO SINFÓNICO EN HOMENAJE A VIOLETA PARRA SE TOMARÁ EL TEATRO COLÓN DE BUENOS AIRES

El espectáculo programado para el próximo miércoles 19 de julio es dirigido por Ángel Parra y contempla en escena a la Orquesta Filarmónica de Buenos Aires, junto con destacados músicos de Chile y Argentina, entre ellos Javiera Parra, Sandra Mihanovich, Soledad Pastorutti, Camila Moreno, Kevin Johansen, Loli Molina Roberto Márquez, Los Tekis, Beto Cuevas, Patricio Manns, Horacio Romo y Gepe.

Un gesto explícito de agradecimiento con el pueblo argentino por haber abrazado con tanto cariño la obra de Violeta, desde su primer disco, es como se ha concebido desde el primer minuto el Concierto Sinfónico Violeta Parra 100 Años.

El espectáculo, que se realizará el próximo miércoles 19 de julio, a las 20.00 horas en el teatro Colón de la capital trasandina, plantea una matriz conceptual donde convive la Violeta Parra instrumental con los arreglos orquestales del Maestro Guillermo Rifo, bajo la dirección artística de Ángel Parra Orrego.

El Ministro de Cultura, Ernesto Ottone, destacó la relevancia de este montaje resultado de un largo y colaborativo trabajo entre músicos de Chile y Argentina. “Este concierto será un hito inolvidable dentro de las actividades para celebrar los cien años de Violeta Parra, tanto en Chile como el extranjero. Será la unión de destacados músicos de ambos países, catándole a quien fue y seguirá siendo fuente de inspiración y conocimiento para las artes de nuestro continente”.

Además de contar con la participación de la Orquesta Filarmónica de Buenos Aires, connotados artistas chilenos y argentinos estarán presentes en las voces. Todos, nombres fundamentales de la música contemporánea de ambos países, quienes han tenido una relación poderosa con Violeta Parra, lo que configurará un montaje muy atractivo y trasversal artísticamente. Entre ellos subirán a escena Javiera Parra, Sandra Mihanovich, Soledad Pastorutti, Loli Molina, Camila Moreno, Ángel Parra Orrego, Los Tekis, Patricio Manns, Kevin Johansen, Roberto Márquez, Beto Cuevas, Gepe y Horacio Romo.

El proyecto es financiado por el Consejo Nacional de la Cultura y las Artes, el Ministerio de Relaciones Exteriores, a través de la Embajada de Chile en Argentina, y la DIRAC. El Teatro Colón además pone a disposición su infraestructura, personal, equipamiento y horas de ensayo de la Filarmónica de Buenos Aires (OFBA).

PROGRAMA CONCIERTO SINFÓNICO

Sala Principal Teatro Colón, Cámara de concierto
Horario de inicio: 20hs.
Duración aproximada: 1h 35’ sin intervalo

Número musical: Concierto sinfónico Orquesta Estable Teatro Colón y Solistas.
Bajo la conducción del Mtro. Rifo, Concertino: Fredy Varela Montero, y la interpretación de 5 cantantes Chilenos y 6 solistas Argentinos.

Composición: Violeta Parra.
Arreglos Maestro: Guillermo Rifo

REPERTORIO:

I – SINFÓNICO INICIAL

Obertura
Run Run Se Fue Pal Norte / Javiera Parra – Soledad 6:26
Qué He Sacado Con Quererte / Loli Molina 5:41
De Cuerpo Entero / Camila Moreno 1:45
Casamiento De Negros / Kevin Johansen 3:20
Santiago Penando Estás / Beto Cuevas 6:08
Rin Del Angelito / Gepe 3:43
II – BLOQUE FOLKLÓRICO

El Exiliado Del Sur/ Patricio Manns 2:54
Pupila De Águila/ Javiera Parra – Ángel Parra 3:10
Una Copla Me Ha Cantado / Soledad – Beto Cuevas 3:46
El Guillatún / Javiera Parra – Loli Molina 2:24
El Albertío / Javiera Parra -Ángel Parra 2:04
Canción De Amor / Javiera Parra 2:49
Mazurquica Modernica / Camila Moreno – Javiera Parra -Sandra Mihanovich 2:17
Los Pueblos Americanos / Roberto Márquez (Todos Cantan) 1:33
III – SINFÓNICO FINAL

Volver A Los 17 / Javiera Parra 5:44
La Jardinera / Sandra Mihanovich 3:27
Corazon Maldito / Los Tekis 2:56
La Lavandera / Soledad
Maldigo Del Alto Cielo / Roberto Márquez 4:44
Gracias A La Vida / Todos Cantan. 6:21
Voces Femeninas: Sandra Mihanovich, Soledad Pastorutti, Loli Molina, Javiera Parra, Camila Moreno.
Voces Masculinas: Ángel Parra, Los Tekis, Patricio Manns, Kevin Johansen, Roberto Márquez, Beto Cuevas, Gepe

Director Artístico: Angel Parra
Iluminación, Visuales: Daniel Sepulveda, Gonzalo Bravo
Ingeniero De Sonido: Leo Caceres

Orquesta Estable Del Teatro Colón

Director
Guillermo Rifo

Concertino
Freddy Varela Montero

Guitarra, Cuatro Y Charango
Ángel Parra

Percusión
Francisco Campos

Contrabajo
Elián Ortíz

Charango
Sebastián López

Quena
Muro Coletti

Prensa:
Héctor Garrido
hgarrido@minrel.gob.cl


Fonte: portal LaSole - Soledad Pastorutti
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37ª COXILHA NATIVISTA
26 a 29 de Julho
Cruz Alta-RS

CRUZ ALTA-RS
É conhecido como Município do Guarani, dos Tropeiros e de Érico Veríssimo. O acesso à cidade se dá pela BR-158, no eixo norte-sul, pela BR-377, à leste, e também pela RS-342, à oeste. É considerado um tronco rodo-ferroviário, inclusive com a presença de um porto seco no norte da cidade.


A História de Cruz Alta remonta ao final do século XVII, quando uma grande cruz de madeira foi erigida a mando do padre jesuíta Anton Sepp Von Rechegg em 1698. Mais tarde, com a demarcação do Tratado de Santo Ildefonso em 1777, a linha divisória (Campos Neutrais) que separava as terras de Espanha das de Portugal, cortava o território rio-grandense pelos divisores de água exatamente por esse local onde existia a grande cruz e uma pequena Capela do Menino Jesus. A partir de então, este imenso "corredor" recebeu um grande fluxo de pessoas das mais variadas atividades, como comerciantes, desertores do exército, contrabandistas, imigrantes, etc... A cruz alta tornou-se ponto de invernada e um grande pouso para milhares de tropeiros oriundos das fronteiras com a Argentina e Uruguai, que se dirigiam até a Feira de Sorocaba para comercialização dos animais.



O local consolidou-se ainda no final do século XVIII como Pouso dos Tropeiros e muitos passaram a residir nas proximidades, até que, no início do século XIX depois de uma tentativa sem sucesso, mudaram-se então mais para o norte estabelecendo-se onde hoje está o município de Cruz Alta, cuja fundação deu-se no dia 18 de agosto de 1821 em resposta a uma petição feita pelos moradores. A boa água das vertentes do Arroio Panelinha que abasteciam os viajantes pelas mãos das nativas do lugar, deu origem à Lenda da Panelinha, que prega o retorno à Cruz Alta daqueles que em suas águas saciarem a sede.



Cruz Alta tornou-se então um dos maiores e mais importantes municípios do Estado do Rio Grande do Sul. Criado por uma Resolução Imperial em 11 de março de 1833, o outrora imenso território, cuja área hoje comporta 218 municípios do Rio Grande do Sul.



Esse grande território serviu de berço para importantes personalidades gaúchas, como o escritor Erico Veríssimo, o político Júlio de Castilhos, o senador José Gomes Pinheiro Machado, os generais Salvador Pinheiro Machado e Firmino de Paula, o médico Heitor Anes Dias, o poeta Heitor Saldanha, o jornalista Justino Martins, o artista plástico Saint Clair Cemin, dentre tantos outros.



COMO CHEGAR 




PORTO ALEGRE-RS
352 km – Via BR 386
Tempo estimado: 4h20min

PASSO FUNDO-RS
150 km – Via BR 153 e RS 223
Tempo estimado: 1h50min

PALMEIRA DAS MISSÕES-RS
97 km – Via BR 158
Tempo estimado: 1h20min

SANTA MARIA-RS
135 km – Via BR 158
Tempo estimado: 1h50min

SANTO ÂNGELO-RS
89 km – Via BR 285 e RS 342
Tempo estimado: 1h15min

ALEGRETE-RS
390 km – BR 290 e BR 158
Tempo estimado: 4h50min

PELOTAS-RS
420 km – Via BR 392 e BR 158
Tempo estimado: 5h30min

ONDE FICAR

HOTEL SANTA HELENA
Endereço: Rua Pinheiro Machado, 893 – Calçadão 2
Telefone: (55) 3322 - 7433

HOTEL CALIFÓRNIA
Endereço: BR 158 – Perimetral
Telefone: (55) 3322 - 4080

HOTEL DA CUIA
Endereço: Avenida Plácido de Castro, 190
Telefone: (55) 3324 - 5982

HOTEL DOS VIAJANTES
Endereço: Rua General Câmara, 1350
Telefone: (55) 3322 - 7942

POUSADA VILLA RICA
Endereço: Rua Carlos Frederico Brum, 959
Telefone: (55) 3326 – 3956

HOTEL NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Endereço: Rua Borges do Canto, 26
Telefone: (55) 3324 - 1049

HOTEL STEINBRENNER
Endereço: Rua General Andrade Neves, 786 - Centro
Telefone: (55) 3322 – 8158


ONDE COMER


RESTAURANTE DO CLUBE INTERNACIONAL
Endereço: Rua General Câmara, 798
Telefone: (55) 3322 – 7735

RESTAURANTE PALADAR
Endereço: Rua Venâncio Aires, 1264
Telefone: (55) 3322 – 5020

RESTAURANTE BEL CANTO
Endereço: Avenida Saturnino de Brito, 155 - Sala 2
Telefone: (55) 3324 – 5859

MAXIMUS RESTAURANTE
Endereço: Rua General Felipe Portinho, 1216
Telefone: (55) 3322 – 4058

CHEF BACCO RESTAURANTE
Endereço: Avenida General Osório, 1551
Telefone: (55) 3322 - 4093

CHURRASCARIA POSTO PAMPEANO
Endereço: Estrada BR-158, Km nº 200
Telefone: (55) 3322 – 8305

TABUÃO
Endereço: Rua Barão do Rio Branco, 1600
Telefone: (55) 3324 - 5287

DOM QUIXOTE LANCHES E SUCOS
Endereço: R: Venâncio Aires, 250
Telefone: (55) 3322 - 3925

CHICO LANCHES
Endereço: Rua Pinheiro Machado,
Telefone: (55) 3303 - 6853


Fonte: Portal dos Festivais
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Sair... Por estradas a fora
É por ali, vai que o caminho é melhor
Devagar... Tem carro na contramão
Atenção....  A gente vai chegar

Chegar.... É sempre um novo abraço
Mostrar pra o amigo a mais nova canção
Será que o povo vai vir no refrão
Será?     Afina esse violão

Subir... Esperar o milagre do som
Rezar pra que o homem
Que mexe o botão seja bom
Brilhar feito cometa que rasga o ar
Um breve instante que já vai passar

Sair... Encontrar com o Texo e o Capucho.
Rolar feito seixo, deixar o repuxo levar
Beber até o sol raiar
E rir .... Só mais uma piada,
É hora de dormir

Olha lá... O resultado tai
Tem gente que chora
Tem gente que chora de rir
Não dá bola, é loucura normal
Porque é festival !!!

Voltar... Por estradas a fora
É por ali, vai que o caminho é melhor
Devagar... Tem carro na contramão
Atenção... A gente vai chegar
Coração, A gente vai chegar

Coração....

O FESTIVAL , de autoria de Fernando Corona, interpretada na 7ª edição, por ele mesmo, acompanhado de Neto e Ernesto Fagundes, uma das mais aplaudidas canções nestes trinta anos da Moenda.

Agora é a vez de prestigiar a 31ª Moenda da Canção, de 11 a 13 de agosto, em Santo Antônio da Patrulha.


Fonte: blog Ronda dos Festivais, de Jairo Reis