Blog destinado a divulgação da cultura gaúcha como um todo: shows, festivais, cultura, história, curiosidades. Enfim, tudo da cultura gaúcha.



Fonte: blog do Rogério Bastos
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Foto: Divulgação

Não passa um ano que não se escute reclamação de avaliadores nos rodeios ou festivais.


Algumas vezes os grupos até podem ter razão, mas na grande maioria são pontos de vista diferentes, de pessoas diferentes.

Sobre o assunto, Paixão Côrtes escreveu ainda em 2001, no livro "Danças e Dançares ausentes no atual Tradicionalismo".

É importante deixar claro que não estamos querendo dizer isso ou aquilo sobre comissão de um Festival ou de outro, e sim, darmos também espaço para tratar de um assunto que normalmente é visto com maus olhos pela maioria da gauchada que dança.

Quem nunca ouviu por aí:
 
- "É tudo política!"
- "Avaliador são tudo comprado..."
- "Só ganha os amiguinho do fulano..."
 
Não buscamos de forma alguma denegrir a imagem de qualquer avaliador que seja, muito pelo contrário, sabemos o quanto é complicado a posição que exercem, e que na verdade sem eles, não haveriam os rodeios e festivais. Apenas estamos trazendo alguns pontos importantes a serem observados tanto por quem está começando a avaliar quanto por quem já é "macaco velho" na lida.
 
E nesse contexto, que buscamos algumas observações de Paixão Côrtes:
 
"Jurado que não for cônscio da importância do enroupar típico, na dança regional, será mais um dos tantos, no contexto de julgamentos infundados... Não lê; não documenta, e muito menos, escreve e preenche uma ficha de avaliação de um Concurso, com critério. Vive do ócio, do NADA!"
 
Ou seja, tem que estudar muito! Já não é fácil "chegar lá" e ser avaliador, mas deve se manter em constante aprendizado.

"É jurado de um livro só, que num julgamento, puxando tal publicação às mãos, discute de forma intranquila junto aos demais avaliadores, e na própria mesa de jurados, suas incertezas, numa triste postura pública de incompetência."
 
Muitas vezes se percebe a dúvida durante a avaliação, e aí se faz valer o estudo de cada um. Dúvida se viu ou não, aí é coisa de cada um...
 
"É só lastimar, lastimar... Também os "palpiteiros" que andam soltos por aí e não passam de "eu acho isto", "eu acho aquilo"... São os conhecidos "achistas" da querência que se louvam só de evasivas! Não enxergam os destacados valores subjetivos que a dança oferece à interpretação e que devem ser avaliados e ajustados aos qualitativos das demais facetas artísticas do tema.
 
Vêem, mas não enxergam..."

E falando sobre ÉTICA e CARÁTER, seguimos:

"É imprescindível que o caráter de cada jurado, esteja livre de "corporativismo comadresco" ou de eventuais "paixões tendenciosas" que ferem a idoneidade dos que trabalham com seriedade às danças e que agridem a inteligência dos que têm elevados princípios de honestidade.
 
O ajuizamento deve estar alicerçado em fundamentação, discernimento, equilíbrio e consciência do que é o Puro; da autenticidade da nossa Arte Nativa Campestre, e que, ao final, tenha o avaliador, a postura de um jurista, de um magistrado, evitando sair bancando o "bonzinho" para este ou aquele grupo, ou com informações veladas de companheiro de julgamento, que discordou do seu ponto de vista."
 
Não sei se alguém já tinha lido algo parecido, mas vindo de Paixão Côrtes com certeza é de se pensar muito sobre o assunto.
 
Por que teria ele, em determinado momento, parado para escrever tudo isso? Por nada com certeza não foi, e olha que ele nunca foi dançarino de Invernada que concorreu em rodeios, e sim, Avaliador.

E para finalizar:
 
"Num rodeio, julgador que se presa, não conceitua o que julga pela ótica do que inconscientes e desabonados culturais chamam impropriamente de "estilo" ou de "linha" (linha do fulano, estilo desta ou daquela organização). Em nossa publicação "A Moda" (Paixão/Marina), já definimos o que é Estilo."
 
"A um avaliador, se requer, competência à área musi-coreográfica; bom senso; estética; eficácia de critério e desenvolvimento intelectual, e não se pode pensar, simplesmente em cargo celebrativo, para alimento de uma vaidade chula..."


Fonte: portal Estância Virtual
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Atenção última semana para inscrição! Até 15/08.

27ª Tafona da Canção - Etapa nacional e regional
1ª Litoral Canta Tafona

Para acessar o REGULAMENTO e mais informações, clique aqui.
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Seival da Música Instrumental e Poético
Dias 27 e 28 de outubro de 2017
Inscrições até 31/08/2017
São Lourenço do Sul/RS

REGULAMENTO

OBJETIVOS:
Art. 1º - O SEIVAL DA MÚSICA INSTRUMENTAL E POÉTICO é um concurso de música instrumental amador e de poesia e declamação, cujos temas devem estar identificados com o contexto sócio cultural do nosso Estado, contemplando as diversas expressões musicais e poéticas que caracterizam a produção musical e literária do Rio Grande do Sul, tais como: nativista; regionalista; tradicionalista; localista; telúrica; social; urbana; pageana; payadoresca;

Art. 2º - O SEIVAL DA MÚSICA INSTRUMENTAL E POÉTICO integra um projeto cultural executado pela KMV Produções e promovido pelo Centro de Tradições Gaúchas Sepé Tiaraju, com apoio da Secretaria de Educação, Cultura e Desporto de São Lourenço do Sul, tendo os seguintes objetivos:

a) integrar a comunidade de São Lourenço do Sul ao movimento tradicionalista e nativista do Rio Grande do Sul, através da música instrumental, da poesia e declamação;

b) abrir novos espaços para músicos amadores, alunos da Rede Pública de Ensino de São Lourenço do Sul; e poetas, declamadores gaúchos, partindo-se do princípio que estes espaços são muito limitados nos palcos do Rio Grande do Sul;

c) divulgar a arte, a história e a cultura do Rio Grande do Sul, através da música instrumental, poesia e declamação;

d) integrar os músicos locais ao movimento poético do Rio Grande do Sul.
Art. 3º - A coordenação do SEIVAL DA MÚSICA INSTRUMENTAL E POÉTICO estará a cargo da KMV Produções;

Parágrafo 1º - A KMV Produções será responsável pelo Projeto, execução e avaliação do evento.

Parágrafo 2º - A KMV Produções indicará a Comissão Julgadora, formada por músicos poetas, compositores e declamadores de renome no cenário rio-grandense, será responsável pela pré-seleção e também pela premiação dos concorrentes.

Art. 4º - Poderão participar do evento, músicos amadores da Rede Pública Municipal de São Lourenço do Sul, e poetas, declamadores de qualquer parte da Brasil, desde que respeitada a proposta do SEIVAL DA MÚSICA INSTRUMENTAL E POÉTICO.

Art. 5º - As inscrições para os trabalhos poéticos abrirão no dia 02 de agosto e encerrarão, impreterivelmente, no dia 31 de agosto de 2017.

Art. 6º- Cada trabalho poético não poderá exceder 7 (sete) minutos de apresentação.

Art. 7º - As músicas participantes não precisam ser inéditas, já as poesias inscritas deverão ser inéditas, isto é, não publicadas, gravadas e/ou premiadas em eventos do gênero.

Art. 8º - Cada trabalho inscrito deverá ser acompanhado de sua ficha de inscrição, devidamente preenchida, e do poema sem identificação do autor constando somente o título (formato Word). As inscrições para os poemas devem realizadas através do endereço eletrônico: seivalpoetico@outlook.com.br

Art. 9º - A Comissão Julgadora, após o encerramento das inscrições, selecionará 10(dez) poesias.

Art. 10º- Após a seleção, os concorrentes serão notificados em tempo hábil, através de e-mail, imprensa ou telefone.

Art. 11º - As músicas serão selecionadas na sexta feira dia 27 de outubro, durante o Seivalzinho Instrumental, no palco do CTG Sepe Tiaraju, classificando-se 8 (oito) obras para subirem ao palco na tarde do dia 28 de outubro de 2017 à partir das 17h:30min hora, sendo escolhidas dentre estas, as vencedoras que se reapresentaram à noite às 20 horas, no Seival Poético.

Art. 12º - As poesias classificadas deverão apresentar – se no palco CTG Sepé Tiaraju na noite do dia 27 de outubro de 2017, a partir das 20h30min horas.

Art. 13º - No concurso de poesia cada concorrente deverá se fazer acompanhar do seu próprio instrumentista ou grupo, que estará concorrendo ao prêmio de melhor amadrinhador.

Art. 14º - Cada declamador poderá interpretar apenas 01(uma) poesia, podendo ser de sua autoria ou não e o amadrinhador poderá acompanhar no máximo, duas poesias.

§ - O poema pode ser defendido por um ou mais intérpretes;

§ - O declamador PODERÁ LER o poema durante sua apresentação, sendo que este NÃO CONCORRERÁ AO PRÊMIO DE MELHOR INTÉRPRETE, entretanto o poema e amadrinhador concorrerão da mesma forma em igualdade de condições com os demais;

Art. 15º - O (a) Declamador(a) e o Amadrinhador(a) deverão estar tipicamente pilchados.

Art. 16º - A apresentação da poesia no palco será de inteira responsabilidade do autor.

Art. 17º - A sonorização estará à disposição dos participantes no horário das 12 às 16 horas, no dia 28 de outubro, para passagem do som.

Art. 18º - A cada uma das poesias classificadas, será paga uma ajuda de custo no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais), que será paga através de cheque nominal para pessoa indicada na ficha de inscrição.

Art. 19º - O CTG Sepé Tiraju localiza-se na Avenida Nonô Cênteno, 1402;

Art. 20º - O Festival não se responsabiliza, por alimentação, hospedagem e deslocamento dos concorrentes.

Art. 21 - Os prêmios instituídos pelo SEIVAL DA MÚSICA INSTRUMENTAL E POÉTICO são os seguintes:

1º LUGAR POESIA: TROFÉU
2º LUGAR POESIA: TROFÉU
3º LUGAR POESIA: TROFÉU

1º LUGAR INTÉRPRETE: TROFÉU
2º LUGAR INTÉRPRETE: TROFÉU
3º LUGAR INTÉRPRETE; TROFÉU

1º LUGAR AMADRINHADOR: TROFÉU
2º LUGAR AMADRINHADOR: TROFÉU
3º LUGAR AMADRINHADOR; TROFÉU

Jurados do Seival (Poesia)
SILVANA ANDRADE; VALDEMAR CAMARGO; LÉO RIBEIRO DE SOUZA; MARCELO DÁVILA; GERALDO TRINDADE

Mais Informações:
(53) 9.9168-6373 / (53) 9.9175-6101 ou pelo E-mail: seivalpoetico@outlook.com.br


SEIVAL DA MÚSICA INSTRUMENTAL E POÉTICO
FICHA DE INSCRIÇÃO:


TÍTULO DA POESIA:
AUTOR (es):
ENDEREÇO:
TELEFONE:
CIDADE/UF/CEP:
CPF: RG:
NOME DO DECLAMADOR(a, es):
NOME DO AMADRINHADOR(a, es):

Informar o nome da pessoa autorizada a receber a Ajuda de Custo. Ressaltamos que a mesma deverá estar presente no SEIVAL DA MÚSICA INSTRUMENTAL E POÉTICO, pois o pagamento será efetuado através cheque nominal.

NOME COMPLETO:
ENDEREÇO:
TELEFONE:
CIDADE/UF/CEP:
CPF: RG:
NÚMERO PIS/PASEP:

AUTORIZAÇÃO: Autorizo a Comissão Organizadora do SEIVAL DA MÚSICA INSTRUMENTAL E POÉTICO, a promover a gravação e divulgação com conteúdo exclusivo do Festival, reservando-se, contudo, os Direitos Autorais, conforme prevê a Lei. DECLARAÇÃO: Declaro(amos) que as informações dadas à Ficha são verdadeiras e que ao assiná-la estou(amos) aceitando as condições de participação/concorrência propostas no Regulamento desta edição da SEIVAL DA MÚSICA INSTRUMENTAL E POÉTICO de São Lourenço do Sul.

OBSERVAÇÕES:
A) Preencher uma via para cada Poema - Informar por escrito à Comissão organizadora, qualquer alteração.

___________, ______ de ____________ de 2017
(encaminhar, junto com o poema, via e-mail: seivalpoetico@outlook.com.br)


Fonte: portal Identidade Campeira
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Na última sexta-feira, dia 04, estiveram reunidos nas dependências do CTG Rodeio Serrano, em São Francisco de Paula, a Comissão encarregada de selecionar, dentre o expressivo número de 139 concorrentes, os 20 bugios que subirão ao palco nos dias 01 e 02 de setembro.
 
O Prefeito Municipal Marcus Aguzzoli, o Secretário de Turismo Rafael Castello Costa, bem como a Patroa do Rodeio Serrano Neusa dos Reis prestigiaram as atividades almoçando com os avaliadores e com a Comissão Organizadora que tem a frente Rodrigo Marques, Luciane Altmayer e Léo Ribeiro.
 
Os trabalhos classificados foram os seguintes:
 
FASE LOCAL
 
HERANÇA DE UM SERRANO
Letra: Israel Da Sois
Música: Israel Da Sois
 
BUGIO ENCARANGADO
Letra: Flamariom Fagundes Pinto
Música: Flamariom Fagundes Pinto
 
SERRANATAS
Letra: Tomaz Augusto Schuch
Música: Cirilo Barcelos Schuch
 
VELHO RETRATO
Letra: Alisson Camilo da Silva Machado
Música: Alisson Camilo da Silva Machado
 
BUGIO CRIOULO
Letra: Paulo Ricardo Costa
Música: Jardel Borba / Luis Fernando da Silva
 
EXALTANDO O BUGIO
Letra: Laura Lúcia Reis
Música: Diego Buchebuam / Mateus Reis Machado
 
JANELA DO MUNDO
Letra: Nelson Ortácio
Música: Rodrigo Pires
 
CAMINHO DAS TROPAS
Letra: Paulo Morais Trintin / Lucas Ferreira
Música: Cristiano Martins
 
CORAÇÃO TROPEIRO
Letra: Adão Quevedo / Silvana Reis
Música: Adão Quevedo
 
TROPA QUARTEADA
Letra: Jairo Fonseca
Música: Volnei Gomes / Leonel Almeida
 
SUPLENTES:
 
NÃO DEIXE MORRER O BUGIO
Letra: Flavio Faccio Pessoa
Música: Rogério damasceno / Fabiano Azevedo
 
DOIS PRA LÁ DOIS PRA CÁ
Letra: Carolina Branco
Música: Carolina Branco
 
FASE GERAL
 
UM BUGIO PARA SÃO CHICO
Letra: Velho Milongueiro
Música: Eliandro Luz
 
MINHA GENTE SERRANA
Letra: Gabriel Claro
Música: Gabriel Claro
 
O BUGIO QUE EU TRAGO
Letra: Paulo Ricardo Costa
Música: Arison Martins
 
LONGE DE TI
Letra: Maxsoel Bastos de Freitas
Música: Anderson Marcolino Gaspar
 
ASSIM QUE É LINDO
Letra: Marco Antônio Nunes / Nilton Ferreira
Música: Nilton Ferreira
 
ÚLTIMOS ACORDES
Letra: Carlos Omar Villela Gomes
Música: Beto Roquete
 
BUGIO DO VIÚVO
Letra: Binho Pires / Diego Muller
Música: Matheus Alves
 
CRIOULO DO RIO GRANDE
Letra: Érlon Péricles
Música: Érlon Péricles
 
PÃO SOBRE A MESA
Letra: Rômulo Chaves
Música: João Quintana / Vani Vieira / Henrique Bagesters
 
SÃO FRANCISCO POR ESCOLA
Letra: José Claro
Música: José Claro
 
SUPLENTES:
 
BUGIO DISFARÇADO
Letra: Ubirajara Lopes
Música: Gilberto Funk
 
HERANÇA SERRANA
Letra: Érlon Péricles
Música: Érlon Péricles


Fonte: blog do Léo Ribeiro
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Foto: Deivis Bueno


As três inter-regionais do Enart – Encontro de Artes e Tradição terão seus competidores definidos por proximidade geográfica na modalidade Danças Tradicionais, Forças A e B. A decisão foi tomada na 84ª Convenção Tradicionalista Gaúcha, realizada no final de semana em Lagoa Vermelha.

Com autoria da diretoria do Movimento Tradicionalista Gaúcho, a proposta teve como relator o tradicionalista Alessandro Gradaschi. O principal objetivo da iniciativa é reduzir custos. Outra mudança aprovada foi a garantia de vagas, para a final, também na proporção de entidades concorrentes em cada uma das regiões a partir da média de participações nos últimos três anos.

Segundo a proposta aprovada, as 30 regiões serão assim distribuídas:

Região Fronteira: RTs 3ª, 4ª, 5ª, 9ª, 10ª, 13ª, 14ª, 18ª, 20ª e 21ª;
Região Litoral: RTs 1ª, 2ª, 6ª, 12ª, 15ª, 16ª, 22ª, 23ª, 26ª e 30ª;
Região Serra: RTs 7ª, 8ª, 11ª, 17ª, 19ª, 24ª, 25ª, 27ª, 28ª e 29ª.

Pelo novo critério, segundo o presidente do MTG, Nairo Callegaro, e o vice-presidente Artístico, José Roberto Fishborn, quanto mais participantes uma região tiver, maior o número de vagas garantidas para a final, quando concorrem 40 grupos, dos quais 20 vão para a finalíssima. Segundo eles, as duas iniciativas (agrupamento por região e proporcionalidade das vagas) constituem um incentivo para que cada vez mais entidades tradicionalistas se inscrevam e participem, democratizando o evento e o tornando mais forte.


Fonte: blog do MTG-RS