Uma carioca que faz sucesso na música gaúcha. Conheça um pouco de Giovanna Vedovi

Giovanna com a irmã e o pai, em 2010

Essa “cariúcha”, assim carinhosamente apelidada pelos amigos, Giovanna Vedovi, é nascida em São Gonçalo/RJ, filha de um Gonçalense, Adriano Vedovi e uma Gaúcha, de Porto Alegre, Cláudia Domingues Vedovi. Ainda pequena, aos 7 anos, Giovanna mudou-se para Porto Alegre com a família.

Seu pai já havia morado no Rio Grande do Sul, entre os anos de 1995 e 1997, atuando em um trabalho voluntário, onde aqui conheceu e se apaixonou a primeira vista pelas tradições do estado. Em sua partida levou para casa itens da cultura gaúcha e alguns CDs de músicas nativistas, para que pudesse aprender a tocá-las em sua cidade natal.

Em 1998, casou se com uma gaúcha de Porto Alegre, o que o aumentaria seus laços com o Rio Grande. Tiveram sua primeira filha, a Giovanna Vedovi e, contrariando o desejo e expectativa da família do RJ, Adriano e Claudia vieram para Porto Alegre para comemorar “aqui” o aniversário de 1 ano da Giovanna, promovendo uma festa temática nativista, com direito a vestido de prenda e bolo no formato e cores do RS. Mas só em 2010 a família realizou um dos seus sonhos, de vir para Porto Alegre ter o nascimento da filha caçula (Giulianna Vedovi) e assim ter uma, das três filhas, nascida em solo Gaúcho.

Depois de muitas idas e vindas, no mesmo ano, Adriano optou em permanecer em definitivo na capital gaúcha e, desde então, todas as filhas tem sido apresentadas a cultura gaúcha, participando de eventos culturais, ouvindo músicas nativista, conhecendo CTGs e passeios ao tradicional Acampamento Farroupilha, que já se tonou uma tradição da família Vedovi.

BLOG – De onde nasceu essa paixão pela musica gaúcha?

A música já está na minha casa há muitos anos, e veio dos meus avós paternos que sempre cantam e tocam violão, até hoje. O meu pai também gosta de música, e já tocou contra-baixo em uma banda de Rock, porém nada muito profissional. Eu cresci vendo e ouvindo ele tocar algumas músicas no violão, mas foi aqui em Porto Alegre que comecei a despertar o gosto pela música, isso aos 7 anos, me apegando ao gênero Pop internacional da década de 80 e 90, dando trabalho ao meu pai que teve que aprender a tocar várias músicas no violão para me acompanhar.
 
 
Giovanna com a professora Cristina Sorrentino, noa abertura do Show do Padre Fábio de Mello


BLOG – Quando começastes a cantar e competir?

Foi em 2014 quando participei de um show de talentos na igreja em que frequento, e interpretei Whitney Houston e Nika Costa, onde fui notada (risos). Uma pessoa da plateia gravou um vídeo da minha apresentação, que chegou até as mãos da cantora Soprano Cristina Sorrentino, que falou com meu pai e me convidou para fazer aulas de canto.

De lá para cá me dediquei ao aperfeiçoamento vocal e tive também aulas de piano. Estava indo bem, e após 10 meses de aula meu pai fez minha inscrição na primeira Edição do The Voice Kids, em 2015, e participei da seletiva do Programa lá no Rio de Janeiro. Em 2016, novamente convidada para as seletivas do The Voice Kids, 2ª Edição. Então fui convidada a participar do projeto social, o "Grupo Crianças EmCanto", que é coordenado pela minha Professora de canto Cristina Sorrentino e meu Professor de piano Karlo Kulpa, e ali tivemos a oportunidade de cantar com a Shana Muller, Ernesto e Neto Fagundes. Incentivada pela minha professora, meu pai me levou para cantar em Rodeios, e comecei a conhecer melhor as letras das músicas, as melodias e o mundo nativista mais de perto!
 
No projeto "Crianças EmCanto" no palco do Acampamento Farroupilha" 2017

BLOG – Já vencestes prêmios e festivais de musica?

A minha trajetória em eventos nativistas é muito tímida ainda. Só em 2016 comecei a participar de Rodeios, mas devido a logística e os compromissos de trabalho, meu pai só conseguiu me levar em 5 Rodeios naquele ano, e tive o privilégio de vencer 4 deles. Sem dúvidas todos foram importantes para o meu aprendizado, mas considero ter vencido o FESTIRIM 2016 na categoria Interprete Feminino uma parte importante, pois fiquei mais segura e com desejo de ir mais longe.

Em 2017 me dediquei as atividades do Projeto Crianças Em Canto, na gravação do nosso 1º CD e apresentações culturais. Mas o ano ainda me reservava algumas surpresas (risos). Meu pai fez a minha inscrição no Quadro "Na Janela do Galpão", do Programa Galpão Crioulo da RBS, sem eu saber! E fui escolhida como destaque no mês de julho, e logo selecionada para a grande final em dezembro, e com mais de 30% dos votos fui escolhida como vencedora do Troféu Origens, como Destaque do Programa. Foi um sonho! Demorou dias para cair a ficha, e já estava me sentido realizada, quando tive a grata surpresa de saber que havia sido indicada para “Os Melhores do Ano da Música Gaúcha” na categoria REVELAÇÃO do Repórter Farroupilha Giovani Grizotti, do site G1/RS. Aí, quase tive um treco (risos)!! Apesar de concorrer com outros indicados de talento inquestionáveis, fui honrada com a vitória na categoria Revelação da Música Gaúcha de 2017, conquistando mais de 80% dos votos.
 
 
 Com Lucas Ferreira e Guilherme Castilhos, no Galpão Criulo

BLOG – Quais os planos para os próximos anos?

Bom, as coisas não foram planejadas, e me considero “sortemente abençoada”, onde tenho o apoio incondicional de minha família, que me incentiva e ajuda dentro das possibilidade que vivemos. Mas ainda não paramos para traçar planos e metas sobre carreira ou coisa assim. Mas os próximos passos é continuar aprendendo mais. Me aperfeiçoando no canto e aprender além do piano outros instrumentos musicais, talvez violão, violino ou contra baixo, que acho bonito o som do grave. Minha prioridade é o Projeto "Crianças EmCanto", junto com os amigos Cássio Castilhos e Vitor Custódio, ambos vencedores de diversos Rodeios e Festivais Nativistas, e de onde me inspiro também, pois eles cantam com o coração.

Além deles tem a Alice Sorrentino e Sarah Alcará que cantam no grupo também, e o nosso CD já está pronto, todo gravado com várias músicas inéditas que o Elton Saldanha, Erlon Péricles e Luiz Carlos Borges fizeram, além das participações do Joca Martins, Renato Borghetti entre outros.

Comida preferida – Humm... eu como de tudo (risos), mas não dispenso uma boa pizza e comida japonesa.
Livro – Amo ler! Já li vários livros, em especial da Paula Pimenta, Kiera Cass, da J.K Rolling (Harry Potter), mas atualmente leio a coleção “Sábado a Noite” de Babi Dewet.
Filme – Gosto de ação, aventura e mistério, mas a franquia Harry Potter é épico.

Créditos das fotos: Adriano Vedovi - Divulgação
Fonte: blog do Léo Ribeiro
Para ver publicação original e outras fotos, clique aqui.
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Italo Dorneles

{picture#https://scontent.fcwb2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/20031980_1559156280771539_4826566830380784332_n.jpg?_nc_cat=0&oh=31056e35fc0ba042b61a3b826bd6d603&oe=5BD0DC01} O editor Ítalo Oliveira Dorneles é gaúcho, natural de Canguçu e hoje residente e domiciliado em Arroio Grande. Advogado, atua nas mais diversas áreas do Direito. Apaixonado pela cultura gaúcha, já participou (como integrante e ensaiador) de diversos grupos de danças e também participou de festivais de declamação. Desde 2008 edita, administra e mantém o PROSA GALPONEIRA. {facebook#https://www.facebook.com/italo.dorneles} {twitter#http://twitter.com/italodornelesrs} {google#https://plus.google.com/+ÍtaloDorneles} {youtube#http://www.youtube.com/c/%C3%8DtaloDorneles} {instagram#https://www.instagram.com/italodornelesrs}

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