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Cavalgadas cruzam o Rio Grande levando um dos maiores símbolos do tradicionalismo gaúcho

Desde o dia 12 de agosto o Rio Grande do Sul está sendo percorrido por 29 cavalgadas. São representantes das 29 Regiões Tradicionalistas que se dirigiram até Iraí, na 8ª RT, para retirar uma centelha da Chama Crioula e levá-la at…



Desde o dia 12 de agosto o Rio Grande do Sul está sendo percorrido por 29 cavalgadas. São representantes das 29 Regiões Tradicionalistas que se dirigiram até Iraí, na 8ª RT, para retirar uma centelha da Chama Crioula e levá-la até suas sedes. O ato marcou a abertura dos Festejos Farroupilhas de 2018, que tem como tema O Tropeirismo.

As cavalgadas percorrem campos e cidades e por onde passam enaltecem um dos maiores símbolos do tradicionalismo. A primeira Chama Crioula foi gerada em 1947, quando o Grupo dos 8, representado por três de seus integrantes, retirou uma centelha da Pira da Pátria, no Parque Farroupilha, em Porto Alegre, e a levou a cavalo até o Colégio Júlio de Castilhos. Paixão Côrtes, falecido recentemente, era um dos três cavaleiros.

A Chama ficará acesa até o dia 20 de setembro, quando é comemorado o Dia do Gaúcho, e sua extinção terminará, oficialmente, os Festejos Farroupilhas no Rio Grande do Sul. Mas o clima, para quem conduz a chama até suas regiões, já é de nostalgia e contagem regressiva para 2019, quando será gerada em Tenene Portela, na 20ª Região Tradicionalista. Um portaria do Movimento Tradicionalista Gaúcho já definiu os locais até 2044, todos relacionados, direta ou indiretamente, à Revolução Farroupilha.

Texto: Sandra Veroneze

Fonte: portal do jornal Eco da Tradição

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