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Candidatas à presidência do MTG divulgam seus planos de trabalho

Recorte de Zero Hora - Coluna do Repórter Farroupilha Giovani Grizotti Apresentamos aqui a plataforma de gestão das duas candidatas à...

Recorte de Zero Hora - Coluna do Repórter Farroupilha Giovani Grizotti


Apresentamos aqui a plataforma de gestão das duas candidatas à presidência do MTG, no ano de 2020. O Congresso acontece em Lajeado, no mês de janeiro (se nenhuma decisão diferente acontecer neste meio tempo).

Elenir de Fátima Dill Winck

Ela foi a primeira mulher que teve a coragem de enfrentar um pleito para a presidência do MTG, em toda história. Mantendo a base de suas propostas, ela apresenta sua plataforma para gerir a federação, caso venha a ser eleita em 2020.

Quem é Elenir

Elenir de Fátima Dill Winck,  é natural de Cruz Alta, casada com Ciro João Winck, residente em Panambí,  cidade que a recebeu e a condecorou com o título de cidadã panambiense.  Pós-graduada em Geografia, pela UNIJUI. Iniciou sua carreira profissional como professora na rede municipal de Panambi, em 1975 e na rede estadual, em 1978. Foi Vice-Diretora da Escola Estadual de Educação Básica Poncho Verde e durante doze anos (de 1984 a 1996) e diretora da EMEF Presidente Costa e Silva. Foi Secretária Municipal de Educação e Cultura de Panambi, por quatro administrações: (1997/2000; 2001/2004; 2009/2012; 2013/ 2016).

Por várias gestões integrou o Departamento Cultural do Centro de Tradições Gaúchas Tropeiro Velho, de Panambi. Também foi Diretora Cultural da 9ª Região Tradicionalista, por quatro anos e Diretora Artística do MTG do Rio Grande do Sul, por três anos. Atuou como relatora em Convenções e Congressos Tradicionalistas e foi organizadora e apresentadora de protocolos do MTG durante 2009, 2010 e 2011. Foi Presidente da 1ª à 6ª edições Moinho da Canção Gaúcha, de Panambi.

Ela presidiu a Comissão Executiva do 25º Entrevero Cultural de Peões do Rio Grande do Sul, realizado em 2013, em sua cidade. Conselheira do Movimento Tradicionalista Gaúcho, desde 2014.    Foi vice-presidente de cultura do MTG, nos anos de 2014, 2015 e 2016, além de vice-presidente de administração e finanças do MTG, 2017/2018. Integra o Lions Clube de Panambi,  desde 1995, onde se doa para ajudar a sua comunidade.

As propostas

Elenir propõe realizar uma administração pautada na gestão democrática, com trabalho em equipe, onde as decisões serão sempre colegiadas. “O que for decidido, combinado ou ajustado será efetivamente cumprido” – afirma. Pretende, junto com a sua equipe, implantar um departamento central (ouvidoria), com representação regional por escolha das coordenadorias, com o fim de melhorar o fluxo de demandas da base do Movimento em todas as áreas.

Durante as Convenções Tradicionalistas, realizar a discussão dos temas de forma alternada, oportunizando o debate e a votação de forma igualitária, sem que alguma área seja prejudicada por ficar para o final do evento, muitas vezes sem público.

Cursos

Criar macrorregiões (em princípio, 6 ) para desenvolver um programa de qualificação, com a realização de cursos  descentralizados, voltando a padronizar o CFor básico, trazendo de volta o CFor patronagem (Gestão administrativa, financeira e fiscal de CTGs), CForzinho (para jovens voluntários), cursos para elaboração de projetos culturais e estratégias de captação de recursos para as entidades tradicionalistas, entre outros.

Relações com outras instituições culturais e de ensino

Elenir pretende melhorar as relações com as escolas, a partir de uma ação do MTG com a Secretaria de Educação do Estado, SINEPE-RS, CONSEME/UNDIME e FAMURS. Também buscar parcerias com as Universidades, dando visibilidade aos trabalhos acadêmicos vinculados à tradição gaúcha.

“Precisamos estreitar vínculos e estabelecer parcerias com instituições já consagradas, como por exemplo, Secretaria de Cultura do Estado, Comissão Gaúcha de Folclore , Estância da Poesia Crioula, Instituto Escola do Chimarrão e com o Conselho Estadual de Cultura” – disse, após já ter visitado algumas destas.

"Precisamos avaliar a formatação de eventos como a Mostra Folclórica, Tchêncontro, Acampamento da Juventude E Seminários, objetivando valorizar e dar maior visibilidade aos trabalhos realizados" - disse Elenir. “Para isso, vamos criar um grupo com representantes destes departamentos para estudar e criar um novo formato que venha de encontro aos anseios dos interessados” - conclui.

Elenir vai incentivar a manutenção dos eventos oficiais com suas finalidades e construção histórica. “Vamos criar um fórum de debate sobre dificuldades, metodologia e referências bibliográficas da Ciranda e Entrevero, além de rediscutir o Fegadan” - conta.

Departamento Artístico

Preocupada com o rumo da musicalidade no RS, Elenir  pretende estimular, efetivamente, a música regional e as manifestações individuais,  realizando mostras regionais de música galponeira e nativista, junto com manifestações individuais. “Quero ouvir os musicistas tradicionalistas sobre a possibilidade de retomada do Festival Cante e Encante seu CTG e este novo momento que a musica vive. Temos vários movimentos acontecendo, mas precisamos juntar essas pontas.” – lembra Elenir.

Ela se refere aos movimentos  como “Todos pela cultura”, na Assembleia Legislativa, “Valorize o que é nosso”, outro movimento pela musica gaúcha (tire um minuto e toque uma musica regional), “Fórum da Tradição” que acontece em Guaíba, e a “Frente Parlamentar pelo fortalecimento da Cultura e da musica gaúcha", do Deputado Luiz Marenco, “São movimentos que lutam por espaços que foram perdidos! Mas se puxarem separados, não serão ‘frentes’, irão se chocar de frente. Temos que tentar ajudar a unir estas pontas” – afirma.

Outras Propostas

Ente as propostas de sua plataforma de trabalho, Elenir que recompor as comissões de avaliações artísticas do MTG. “Para a escolha de avaliadores os critérios serão o comprometimento com a instituição, imparcialidade nas decisões, comportamento ético e qualificação técnica” - afirma.

Proporcionar atenção especial à área campeira, fortalecendo a Ordem dos Cavaleiros do RS e criando um calendário de cavalgadas. Além disso, manter permanente interlocução política, com vistas a não permitir o avanço das ações que visem proibir ou segregar os Rodeios Crioulos, dando atenção total às questões referentes ao bem estar animal.

“Temos que cuidar, dando atenção especial para não deturpem a pilcha tradicional e das peças de encilha que caracterizam a história do gaúcho. Temos que buscar alternativas para um olhar mais cuidadoso em eventos vinculados ao Movimento” - conclui.

Sobre o Pleito de janeiro de 2020

Durante a Convenção, na cidade de Jaguarão, duas chapas foram lançadas. Elenir, à exemplo de 2018, quando fez sua campanha (pela primeira vez, em 52 anos de história, uma mulher teve a coragem de colocar seu nome para disputar a presidência do Conselho Diretor do MTG) pautará pelo respeito e pela simplicidade, sendo quem ela sempre foi, sem mudar discursos para agradar ou deixando de ser a pessoa que busca a paz e a integração entre as pessoas e, dando ênfase para a criança e pelo adolescente.

Ela continua pensando da mesma forma, com a chamada que norteou a campanha no ano passado, e que continuará trabalhando "De Coração pela Tradição". 
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Gilda Galezzi
 Gilda lança programa de gestão - Diagnóstico e choque de gestão

Durante alguns meses, a equipe #Gilda2020 realizou um trabalho de diagnóstico para identificar os pontos fortes e as ameaças enfrentadas pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho. Entre os aspectos a serem valorizados e estimulados, está a preservação dos valores familiares e culturais, bem como a geração de emprego e renda e um ambiente educativo das atividades campeiras, artísticas e culturais.
Com base em mais de 30 tópicos positivos e negativos examinados e discutidos, a equipe passou a debater propostas capazes de colocar o movimento na vanguarda da luta pela cultura regional gaúcha. E tornar o MTG mais propositivo e menos impositivo.

Assim, preparamos um programa capaz de contemplar os vários aspectos desse estudo, de modo a obter avanços organizacionais e de produtividade, aplicando à instituição um verdadeiro choque de gestão, tanto administrativa quanto em relação ao contato com suas bases e comunidade.
A partir desses processos, a meta principal é fortalecer as entidades, repovoando seus galpões e garantindo sua inserção cada vez maior na comunidade.

No decorrer da campanha, as nossas propostas deverão agregar novas ideias de acordo com o que for sugerido pelas 30 regiões ou, até mesmo, sofrer alterações, se assim for o desejo das bases.

1 - Fortalecimento das entidades

A gestão #Gilda2020 terá como prioridade as entidades, tendo o seu fortalecimento como preocupação permanente. Será ativado um departamento de assessoramento, de modo a dar assistência total aos CTGs na realização de projetos e no diálogo com órgãos públicos e instituições.
E para entender de perto seus problemas, a descentralização da administração está entre as metas. Para isso, periodicamente, integrantes da administração irão despachar do interior do estado, transferindo, por um dia, a sede do movimento para um CTG ou coordenadoria.

Por outro lado, serão criadas experiências para fortalecer o quadro social das entidades filiadas. Entre elas, está uma rede de fidelidade no comércio e serviços, de modo que portadores do cartão tradicionalista tenham descontos em estabelecimentos conveniados.

FAZER AGORA:
*Rede de CTGs parceiros de modo que os associados tenham vantagens quando se visitarem mutuamente. Como experiência piloto, sócios dos CTGs Porteira do Rio Grande (Vacaria), CN Boitatá (São Borja) e Coxilha de Ronda (Santiago) já não pagam ingresso nessas entidades, bastando apresentar o cartão tradicionalista na portaria.

*Para estar junto dos grandes eventos promovidos por CTGs filiados, Gilda irá realizar uma experiência piloto. Entre os dias 1º e 09 de fevereiro, quer despachar diretamente do Rodeio Internacional de Vacaria, em acordo com o patrão do CTG Porteira do Rio Grande, Élvio Rossi, apoiador da chapa.

2 - Gestão e transparência

Formada em administração de empresas, Gilda quer uma gestão profissional para o Movimento Tradicionalista Gaúcho. Assim como acontece nas grandes corporações, valorizará e dará autonomia aos vice-presidentes, que serão escolhidos conforme critérios técnicos e de qualificação.

E a transparência será permanente, com a criação de um portal onde toda a comunidade poderá conferir receitas e despesas do MTG.

FAZER AGORA:
*Gilda decidiu dar o exemplo. Desde setembro, está publicando, no site da 7ª Região, a prestação de contas de sua gestão.

3 - Aproximação com a comunidade e escolas

Abrir as portas dos galpões à comunidade é uma medida necessária para fazer nosso movimento crescer. Diversas ações serão realizadas de modo a aumentar o quadro social das entidades.
Será discutidas maneiras de acolher os visitantes oriundos de outros estados ou que não conhecem nossa cultura. Outra medida será atrair para o movimento entidades que atualmente não são filiadas.
Atividades em escolas também serão realizadas, bem como oficinas culturais para que estudantes possam conhecer a rotina de um CTG.

Uma campanha publicitária irá explicar ao publico leigo como funciona um CTG, seu caráter agregado e familiar, como as atividades sociais e culturais que desenvolver.

FAZER AGORA:
*Para selar essa aproximação com as comunidades, a equipe #Gilda2020 prepara uma atividade para mostrar a cultura gaúcha em parques públicos de dez cidades, a partir de projeto via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O ministro da Cidadania, Osmar Terra, prometeu auxílio no sentido de captar os patrocínios em estatais do Governo Federal.

4 - Relações institucionais

A gestão #Gilda2020 quer aproximar as relações com entidades que possuem objetivos em comum, bem como órgãos públicos, a partir da criação de uma diretoria de relações institucionais.
O papel desse departamento é realizar a interlocução com empresariado, prefeituras, câmaras de vereadores e demais poderes e governos. A aproximação com a classe artística será realizada com a criação de um departamento de música regional gaúcha, a ser coordenado pelo músico João Luís Corrêa, referência entre os fandangos gaúchos.

O objetivo é fomentar a arte da música através de ações em parceria entre o MTG e a classe artística.

FAZER AGORA:
*Gilda propôs ao deputado Ronaldo Santini a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Tradição e Cultura Gaúcha, instalada em Brasília, no dia 07 de agosto.
*Inicialmente objetivando aproximar o movimento de organizações que buscam objetivos semelhantes, a equipe de Gilda se reuniu com presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), iniciando tratativas para futuras parcerias.

5 - Comunicação interna e externa

De forma a tornar a comunicação mais clara, tanto para o público interno quanto para a sociedade, Gilda quer uma reformulação completa do sistema de comunicação do MTG. A começar pelos perfis nas redes sociais. A ideia é valorizar também eventos de entidades filiadas e, em alguns casos, realizando a divulgação dessas atividades nos demais veículos de imprensa. E deixar, com isso, de incentivar apenas eventos oficiais do movimento.

Uma campanha de marketing será lançada para melhorar a imagem do MTG na sociedade, passando a ideia de um MTG propositivo e não impositivo, que respeita as diferenças e as demais culturas.
Também será encomendado um estudo para reavaliar o Eco da Tradição, bem como para a criação de um aplicativo para celular que possa reunir informações e serviços. Outra medida será um boletim semanal para rádios que queiram divulgar assuntos relacionados à tradição.

6 - Fundação Cultural Gaúcha

A equipe #Gilda2020 pretende implantar uma gestão executiva à Fundação Cultural Gaúcha, criada para desenvolver a cultura popular gaúcha seus e incentivar seus expoentes, mas que se resume, atualmente, a uma loja onde vende produtos ligados à cultura gaúcha.

A entidade, que também atua na captação de recursos para eventos oficiais do movimento, será reestruturada, com a reativação do departamento de projetos para auxiliar os CTGs e regiões na orientação e elaboração de projetos em busca por recursos oficiais.

7 - Artística

A equipe #Gilda2020 entende que são urgentes ações para democratizar e garantir mais transparência a todas as modalidades da área artística. Para isso, será realizado um fórum para discutir aspectos que considerados de extrema importância.

Uma questão a ser examinada é a possibilidade de se criar um regramento paralelo e mais brando, para permitir a participação de novos concorrentes nas competições. Aos mais experientes, buscar esclarecer, com profundidade, todos os critérios de avaliação, de modo que uma entidade não seja penalizada por desconhecer alguma norma.

Também será estimulada a inclusão social, através de capacitação e criação de um departamento específico de modo a estabelecer intercâmbio com instituições e sociedade.
No ENART, a meta é evitar que o contexto histórico, regionalismos e nossa riqueza cultural sejam reduzidas a uma única forma de entendimento, permitindo que os grupos apresentem detalhado plano de suas propostas, explicando cada movimento. Isso permite que os jurados façam a avaliação dentro de uma perspectiva mais objetiva.

8 - Campeira e Esportes

Assim como na artística, um fórum, por região, irá debater assuntos importantes para o bom andamento dos rodeios e atividades ligadas ao cavalo e as lidas de campo. A ideia é aproximar a diretoria do MTG com os campeiros que formam a base do movimento.

Estabelecer uma integração entre a administração e os departamentos de juízes e narradores, bem como implantar programas de qualificação desses profissionais, igualmente estão entre as metas definidas.

Gilda também quer mais proximidade com os gaúchos ligados ao campo, que tanto inspiram nossa arte pela da música, das poesias e das danças. Através da comunicação e marketing, serão estimuladas ações que valorizem o laço entre pais e filhos, bem como os campeiros que laçam simplesmente por amor à nossa cultura, não importando as premiações.

A inclusão também será trabalhada, bem como as cavalgadas, através do fortalecimento da Ordem dos Cavaleiros do Rio Grande do Sul (ORCAV). Uma das prioridades será dar maior visibilidade à cerimônia de Acendimento da Chama Crioula e às cavalgadas que fazem a sua condução.
Quanto aos esportes, geralmente em segundo plano em termos de visibilidade, haverá oficinas em todo o estado, para que as novas gerações conheçam as suas regras e origem.

09 - Participação das regiões

Este tópico será preenchido, até o final do ano, com propostas, em todas as áreas, que surgirem em cada uma das 30 Regiões Tradicionalistas. Nos encontros de patrões dos quais Gilda e sua equipe têm participado, estão sendo coletadas diversas ideias que poderão ser agregadas ao plano de gestão.
E aqui deixando claro que esse plano pode sofrer alterações, também de acordo com o com as sugestões colhidas durante a campanha.

Nosso WhatsApp para você mandar a tua sugestão, que será analisada pela equipe #Gilda 2020: (54) 9688 1546.

Abraço forte a todos  - Gilda Galeazzi


Fonte: blog do Rogério Bastos

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