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Deixar queimar para chorar depois

Museu Júlio de Castilhos, Porto Alegre.
Olhando tristemente as reportagens mostrando as chamas consumirem anos de nossa história no Museu Nacional do Rio de Janeiro, tudo por incompetência do poder público, fico me perguntando: - …


Museu Júlio de Castilhos, Porto Alegre.

Olhando tristemente as reportagens mostrando as chamas consumirem anos de nossa história no Museu Nacional do Rio de Janeiro, tudo por incompetência do poder público, fico me perguntando: - Vão esperar arder em chamas o nosso querido Museu Júlio de Castilhos para depois vir chorar na televisão? Onde andaram todos estes anos os nossos governantes, secretários de cultura, pessoas que agora buscam nossos votos com promessas vãs?

No Museu Júlio de Castilhos, meus amigos, onde quem manda são os cupins, há pouco tempo atrás, funcionários realizaram um brechó (foto) para comprar lâmpadas pois nem para isto havia crédito.

Único museu público sobre a história do Rio Grande do Sul, o Júlio de Castilhos se afirma como símbolo de decadência do patrimônio cultural gaúcho. Sem manutenção preventiva, tratado com desleixo por sucessivos governos, o museu mais antigo do Estado acabou interditado porque qualquer chuva inundava tudo. Virou um elefante branco combalido por paredes descascadas, piso escangalhado, infiltrações e problemas elétricos.

É assim que se administra NOSSO patrimônio? É desta maneira que se preserva a nossa memória? 


Museu Nacional, Rio de Janeiro


Fonte: blog do Léo Ribeiro

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