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Festa gaúcha de 3 dias celebra aniversário de crioulista na fronteira

As cenas parecem ter saído de um filme de época, ao estilo O Tempo e o Vento. Ou, quem sabe, flagradas de alguma batalha da Guerra dos Farrapos. Mas são, na verdade, da festa de aniversário à moda gaúcha, organizada no fim de sem…


As cenas parecem ter saído de um filme de época, ao estilo O Tempo e o Vento. Ou, quem sabe, flagradas de alguma batalha da Guerra dos Farrapos. Mas são, na verdade, da festa de aniversário à moda gaúcha, organizada no fim de semana, em Uruguaiana,  pelo agropecuarista e criador de cavalos  Francisco Bastos, 43 anos,  referência nacional entre os crioulistas. O próprio anfitrião fez questão de se vestir (ou pilchar) à rigor, com direito à ceroula, chiripa e botas de garrão de potro (veja foto abaixo). Não faltaram convidados ilustres, como o multi-campeão de Barretos, Leandro Baldissera, os poetas Gujo Teixeira e Rodrigo Bauer, o Joca Martins, o Mano Lima.


-Desde os 14 anos eu comemoro o meu aniversário dessa maneira. E cada vez mais toma com uma proporção maior, vem gente de todo Brasil, da Argentina, do Uruguai. É uma festa gaúcha e de alma pura. As pessoas chegam na estância e deixam seus problemas lá fora. Vem pra confraternizar coisas boas. São pessoas de alma gaúcha, afirma Bastos, sobre os 250 convidados que confraternizaram em três dias de festa.O entrevero na estância teve tudo o que uma festa gaúcha tem que ter: paleteada, gineteada, marcação e castração a pealo, e claro, muita música e churrasco. “O aniversário do Chico está se transformando numa Barranca. Vem gente de todos os lados pra confraternizar com ele e seus irmãos”, afirma o fotógrafo Eduardo Rocha, que documentou a festança na Cabanha do Barulho, propriedade de Bastos com 1650 hectares, onde são criados 600 cavalos crioulos.

Descendente de uma família que chegou a Uruguaiana em 1813, o anfitrião diz que o encontro  foi mais que uma festa de aniversário. Foi um culto às tradições que ele tanto respeita, admira e vive no dia-a-dia:

-Eu prefiro morrer antes do que ver a tradição acabar, acho que eu te resumo assim, em poucas palavras, o que é ser gaúcho, afirma.

Parabéns Chico Bastos!


por Giovani Grizotti
Fonte: Repórter Farroupilha junto ao portal G1

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