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História da Chama Crioula e das nossas Cavalgadas!

Buenos Dias Breve introdução a respeito da Chama Crioula e resgate das treze grandes cavalgadas de busca da Chama Crioula realizadas p...

Buenos Dias

Breve introdução a respeito da Chama Crioula e resgate das treze grandes cavalgadas de busca da Chama Crioula realizadas pelos tradicionalistas de Alvorada - 1ª Região Tradicionalista.

A porteira do galpão está aberta. Basta dar um Oh de casa e entrar: http://ctgamaranto.blogspot.com/2010/09/historia-da-chama-crioula-e-das-nossas.html

Se quiserem fazr a divulgação, sintam-se a vontade citando o blog do CTG Amaranto Pereira como fonte!

Baita abraço
Valdemar Engroff


Busca da Chama em São Sepé em 1998. Calorosa recepção na entrada da nossa cidade!

História da Chama Crioula e das nossas Cavalgadas!

63ª Chama Crioula

Bueno! Em 1947, beirando a meia-noite do dia 7 de setembro, um grupo de oito estudantes – todos oriundos do campo, liderados por Paixão Côrtes, teve a ideia de retirar uma centelha da Pira da Pátria em Porto Alegre, utilizando um cabo de vassoura com trapos de panos atados na ponta. Este gesto simbólico, que nasceu quase que de forma instantânea, sabe-se hoje, foi de uma magnitude impar, impensável na época, pois foi o pontapé inicial, a base, o nascedouro do Movimento Tradicionalista Gaúcho, que hoje está implantado em todo o nosso Estado e espalha-se cada vez mais Brasil a fora e já chegou aos Estados Únicos, Europa, Ásia e outras plagas distantes.

Hoje a pilcha, por lei é traje de gala, mas em 1947 e anos posteriores, estes estudantes sofreram zombarias, chacotas, vaias por andar pilchados pelas ruas da capital, que contava com pouco mais de 300 mil habitantes.

O fogo que arde em nossos corações em cada setembro é o mesmo que foi retirado da Pira da Pátria em 1947. É o mesmo que ano a ano tem sede escolhida pelo voto em congresso tradicionalista que se realiza em cada janeiro. Que esta chama nunca se apague, pois, se isso acontecer, será o começo do fim das nossas tradições, que são o legado deixado pelos nossos antepassados, que fazem parte da história do Rio Grande do Sul

As treze grandes cavalgadas

Em 2010, nas barrancas do Uruguai, na cidade de Itaqui, quatro bravos cavaleiros alvoradenses (o coordenador da Campeira Vladimir Kuse e os cavaleiros do CTG Bento Gonçalves da Silva: patrão Gelson, Juarez e Lúcio) participaram do piquete da 1ª RT na busca da Chama Crioula para nossa cidade. A chama foi acesa na Fazenda Itu, que pertenceu a Getúlio Vargas e o trecho traçado foi de 800 km, percorridos a casco de cavalo até o galpão do Piquete Guardiões da Querência, do 24º BPM, na Praça Central João Goulart em nossa cidade. Vale lembrar que os tradicionalistas da nossa cidade, com esta, realizaram, e novamente com êxito, a 13ª Cavalgada de busca da Chama Crioula. A seguir, relembramos as outras doze façanhas.

Bueno! Alvorada é uma das onze cidades que compõem a 1ª Região Tradicionalista (RT) do Rio Grande do Sul e a Subcoordenadoria de Alvorada é a mais recente na história da 1ª Região Tradicionalista (RT), sendo criada no ano de 2002.

Até 1997, as comemorações da Semana Farroupilha em Alvorada eram pacatas. A Chama Crioula era buscada até então na velha Setembrina dos Farrapos (Viamão), na Trincheira dos Farrapos. Naquele ano, ficou decidido que nos anos seguintes, os tradicionalistas de Alvorada iriam homenagear algum lugar histórico do Rio Grande do Sul. Assim, as bandeiras do nosso município, do Estado, do País e das nossas entidades tradicionalistas, seriam desfraldadas nestas cavalgadas. E a história registrou as seguintes cavalgadas:

Busca da Chama em São Sepé em 1998. Calorosa recepção na entrada da nossa cidade!

1 – Em 1998, foi realizada a primeira grande cavalgada da Chama Crioula, buscada a casco de cavalo na longínqua cidade de São Sepé. A centelha foi retirada no fogo de chão, na Fazenda Boqueirão, que arde há mais de 200 anos, passando de geração em geração, sem se apagar.
2 – Em 1999, os tradicionalistas locais foram buscar a Chama Crioula em Mostardas, acesa debaixo de um centenária figueira, no mesmo local onde nasceu a heroína de dois mundos – Anita Garibaldi.
3 – Em 2000, em parceria com os tradicionalistas de Mostardas, graças à amizade plantada no ano anterior, os tradicionalistas de Alvorada foram buscar a primeira Chama Internacional, mais precisamente no Forte San Miguel, no vizinho país amigo, o Uruguai.
4 – No ano seguinte, como a 1ª RT teve a honra de sediar o acendimento da Chama Crioula a nível estadual, os tradicionalistas de Alvorada buscaram e trouxeram a casco de Cavalo a Chama Crioula, da antiga Pedras Brancas, atual cidade de Guaíba, que homenageou o herói farroupilha Gomes Jardim.
5 – Em 2002, graças ao prestígio e a organização do Movimento Tradicionalista local, a Campeira de Alvorada representou a 1ª RT na busca da Chama Crioula em Santa Maria, trazendo-a até o Parque Harmonia, em Porto Alegre e posteriormente para os festejos em nossa cidade.
6 – Em 2003, a Chama Crioula foi buscada a casco de cavalo na cidade de Camaquã, no Forte Zeca Neto. Ela foi acesa a nível estadual no dia 22 de agosto, no Sítio Água Grande, local onde viveu Barbosa Lessa por mais de 15 anos até a sua morte.
7 – Em 2004, a Subcoordenadoria de Alvorada obteve a permissão do Coordenador da 1ª RT, Sr. Nelson Lima dos Santos, e do Presidente do MTG, Dr. Benoni Jesus dos Santos para uma empreitada interestadual: a busca da Chama Crioula na história cidade de Laguna na vizinha Santa Catarina. Mas devido a problemas sanitários no lado catarinense, não foi permitida a entrada de eqüinos naquele Estado. Devido a este episódio de utilidade pública, foi concedida a permissão buscar a Chama Crioula na cidade histórica de Piratini, a primeira Capital da República Riograndense.
8 – Em 2005, no ano do 40º aniversário de sua emancipação político-administrativa da nossa cidade, os alvoradenses, participaram do Acendimento da Chama Crioula do Rio Grande do Sul, no município-mãe, a Setembrina dos Farrapos – cidade de Viamão, voltando assim às origens, alguns anos após a primeira grande cavalgada, feita pelos tradicionalistas locais em 1998.
9 – Em 2006, a Chama foi acesa em São Gabriel, na Sanga da Bica, local onde há 250 anos foi trucidado Sepé Tiarajú. Os nossos campeiros, com 13 cavaleiros integraram o Piquete da 1ª RT, nesta cavalgada que trouxe a Chama Crioula para os festejos em Porto Alegre e após para nossa cidade.
10 – Em 2007, São Nicolau, a primeira querência do Rio Grande, local da 1ª Missão Jesuítica Guarani, foi sede do acendimento. E neste ano, mais uma vez, devido à credibilidade conquistada pelo tradicionalismo local a partir de 1997, o piquete que buscou a Chama para a 1ª RT foi a Campeira de Alvorada.
11 – No ano seguinte, a Chama foi buscada em São Leopoldo, que sediou o acendimento em homenagem aos 184 anos de imigração alemã no RS.
12 – No ano passado, São Lourenço do Sul foi sede do acendimento estadual. O local foi a Fazenda do Sobrado, às margens da Laguna dos Patos. O sobrado construído no final do século XVIII, serviu de quartel general para Bento Gonçalves e seus comandados e serviu de apoio logístico para Garibaldi construir seus navios para atacar Laguna em Santa Catarina.

Chasque de Valdemar Engroff

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