Por: Ana Cláudia Dias - anacl@diariopopular.com.br Depois de quase dois meses internado na UTI da Santa Casa de Misericórdia, em Pelot...
Por: Ana Cláudia Dias - anacl@diariopopular.com.br
Depois de quase dois meses internado na UTI da Santa Casa de Misericórdia, em Pelotas, o cavaquinista Joaquim Assumpção Avendano Júnior perdeu, na tarde desta sexta-feira (15), a brava luta que travava pela vida. A morte do músico aos 72 anos deixa Pelotas e os admiradores do chorinho mais tristes. Avendano está sendo velado na Capela C do Cemitério São Francisco de Paula e o sepultamento ocorrerá no sábado, às 10h. O compositor deixa mulher, Rita Avendano, e três filhos.
> Assista ao trailer do documentário O Liberdade, em que Avendano Júnior toca Mimoso, abaixo da matéria
Virtuose do cavaco, Avendano Júnior trilhou caminho pela música popular, mais especificamente pelo choro, por mais de 50 anos. Homem simples e generoso, “foi exemplo de vida dentro e fora dos palcos”, dizem unânimes os amigos próximos e admiradores da obra de um dos mais importantes músicos de Pelotas. “Músico fora de série, um gênio, que deixou uma obra maravilhosa para cavaquinho solo, só comparada à do mestre Waldir Azevedo”, fala o violonista Gustavo Haical, um dos discípulos de Avendano. “Aprendi dentro do Liberdade (o bar em que Avendano tocou nos últimos 37 anos) tocando com o Avendano”, contou.
Emocionado o flautista Gil Soares lamentou a perda e diz que a melhor homenagem ao cavaquinista é levar adiante o grande legado do músico. “Ele é uma referência e sua obra tem uma enorme importância na música pelotense e sobretudo no choro”, diz Soares, integrante do grupo de choro Sovaco de Cobra, que no ano passado ainda teve a oportunidade de gravar Mimoso, tema do próprio Avendano, com a participação dele.
Depois de quase dois meses internado na UTI da Santa Casa de Misericórdia, em Pelotas, o cavaquinista Joaquim Assumpção Avendano Júnior perdeu, na tarde desta sexta-feira (15), a brava luta que travava pela vida. A morte do músico aos 72 anos deixa Pelotas e os admiradores do chorinho mais tristes. Avendano está sendo velado na Capela C do Cemitério São Francisco de Paula e o sepultamento ocorrerá no sábado, às 10h. O compositor deixa mulher, Rita Avendano, e três filhos.
> Assista ao trailer do documentário O Liberdade, em que Avendano Júnior toca Mimoso, abaixo da matéria
Virtuose do cavaco, Avendano Júnior trilhou caminho pela música popular, mais especificamente pelo choro, por mais de 50 anos. Homem simples e generoso, “foi exemplo de vida dentro e fora dos palcos”, dizem unânimes os amigos próximos e admiradores da obra de um dos mais importantes músicos de Pelotas. “Músico fora de série, um gênio, que deixou uma obra maravilhosa para cavaquinho solo, só comparada à do mestre Waldir Azevedo”, fala o violonista Gustavo Haical, um dos discípulos de Avendano. “Aprendi dentro do Liberdade (o bar em que Avendano tocou nos últimos 37 anos) tocando com o Avendano”, contou.
Emocionado o flautista Gil Soares lamentou a perda e diz que a melhor homenagem ao cavaquinista é levar adiante o grande legado do músico. “Ele é uma referência e sua obra tem uma enorme importância na música pelotense e sobretudo no choro”, diz Soares, integrante do grupo de choro Sovaco de Cobra, que no ano passado ainda teve a oportunidade de gravar Mimoso, tema do próprio Avendano, com a participação dele.
Fonte: Diário Popular
Colaboração: Alan Otto Redü

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