As semelhanças e riquezas culturais que ligam a Argentina e o Rio Grande do Sul foram destaques na sexta edição do Sarau Chatô. Realizado n...
As
semelhanças e riquezas culturais que ligam a Argentina e o Rio Grande
do Sul foram destaques na sexta edição do Sarau Chatô. Realizado na
última quarta-feira, 16 de maio, no Espaço Chatô (Brasília), o evento
foi uma realização da Fundação Assis Chateaubriand, com patrocínio da
Petrobras.
Entre as atrações, o show de um dos músicos mais conhecidos da Argentina, Juan Falú. Compositor e violonista, o artista é considerado referência fundamental da música do país. Suas obras recriam as raízes musicais argentinas, com canções que integram o repertório de grandes intérpretes do folclore local.
Entre as atrações, o show de um dos músicos mais conhecidos da Argentina, Juan Falú. Compositor e violonista, o artista é considerado referência fundamental da música do país. Suas obras recriam as raízes musicais argentinas, com canções que integram o repertório de grandes intérpretes do folclore local.
Dois casais de dançarinos
apresentaram diversas performances de clássicos do tango argentino,
como Astor Piazolla, Mariano Mores e Juan D’Arienzo.
A
representação do Rio Grande do Sul ficou à cargo do CTG Estância Gaúcha
do Planalto, com danças tradicionais do folclore gaúcho.
Houve
a participação do chuleador Leonardo Melo, e ainda poesia de Jayme
Caetano Braun, recitada por Thamyres Becker. A boa música foi defendida
pelo cantor e músico Gustavo Netto, acompanhado por Márcio Fagundes na
gaita botoneira, e Lucas Araújo no violão. Gustavo, natural de
Charqueadas e vivendo em Brasília há pouco mais de um ano, nos fala um
pouco de como é viver da cultura gaúcha tão longe de casa, e da
importância de eventos como esse:
“viver de música nativista e campeira fora do Rio Grande é praticamente impossível. Mas graças a alguns eventos realizados em Brasília, podemos voltar ao Rio Grande por alguns instantes, como foi, por exemplo, o Sarau Chatô! Um belo espetáculo com tango, música folclórica argentina, chula, declamação, dança, e o cantar galponeiro como se faz lá no sul. Um evento de primeira, "ímpar" e de casa cheia. Por isso eu digo: quem ama o Rio Grande, como eu amo, verseja e canta em qualquer chão, basta tê-lo no coração"
“viver de música nativista e campeira fora do Rio Grande é praticamente impossível. Mas graças a alguns eventos realizados em Brasília, podemos voltar ao Rio Grande por alguns instantes, como foi, por exemplo, o Sarau Chatô! Um belo espetáculo com tango, música folclórica argentina, chula, declamação, dança, e o cantar galponeiro como se faz lá no sul. Um evento de primeira, "ímpar" e de casa cheia. Por isso eu digo: quem ama o Rio Grande, como eu amo, verseja e canta em qualquer chão, basta tê-lo no coração"
O
paladar foi agraciado com degustações diversas. O público pode comprar
os tradicionais chocolates de Gramado, apreciar uma boa cachaça, e
claro, chimarrão! Uma exposição de pilchas mostrou ainda mais as
semelhanças culturais e as tradições dos dois lugares.
Durante o sarau, o fotógrafo e historiador Ronaldo Bastos lançou seu site, que aborda o tema Porto Alegre, uma história fotográfica. Ronaldo também falou sobre as semelhanças culturais entre gaúchos e argentinos, apresentou muitas fotos de sua pesquisa fotográfica. Além disso, o jovem Jéferson Ramos marcou presença mais uma vez no evento para autografar seu livro Minha vida sobre rodas. A obra autobiográfica trata da história de superação e talento do garoto, de 16 anos, que mesmo sem os movimentos das mãos e pernas, tornou-se escritor e artista plástico.
Confira mais algumas fotos do evento. Clique aqui.
(Release disponibilizado pela Capitare Assessoria de Imprensa, por Lara Cristina e Bernardo Brandão, adaptado para o BAHstidores por Jamile Pereira)
Créditos: Jamile Pereira e Cristiane Machado
Fonte: Blog BAHstidores
Durante o sarau, o fotógrafo e historiador Ronaldo Bastos lançou seu site, que aborda o tema Porto Alegre, uma história fotográfica. Ronaldo também falou sobre as semelhanças culturais entre gaúchos e argentinos, apresentou muitas fotos de sua pesquisa fotográfica. Além disso, o jovem Jéferson Ramos marcou presença mais uma vez no evento para autografar seu livro Minha vida sobre rodas. A obra autobiográfica trata da história de superação e talento do garoto, de 16 anos, que mesmo sem os movimentos das mãos e pernas, tornou-se escritor e artista plástico.
Confira mais algumas fotos do evento. Clique aqui.
(Release disponibilizado pela Capitare Assessoria de Imprensa, por Lara Cristina e Bernardo Brandão, adaptado para o BAHstidores por Jamile Pereira)
Créditos: Jamile Pereira e Cristiane Machado
Fonte: Blog BAHstidores

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