Dia 25 de outubro, estreia no cinema, "A cabeça de Gumercindo Saraiva"



Tabajara Ruas em entrevista para este blog (logo teremos a entrevista completa em vídeo):

A história, baseada em fatos reais, que é um fato bastante conhecido e controverso, tem várias versões, tem vários textos diferentes de pessoas diversas. Era uma época de guerra civil, entre os maragatos, o partido Libertador, vindo do Uruguai para tentar derrubar o Governador Júlio de Castilhos, que era Republicano. Foi uma guerra terrível, uma das piores guerras civis, que morreu 10% da população do Rio Grande. Se fosse hoje, equivaleria a um milhão de pessoas. Essa foi a guerra que consolidou a república brasileira. Os maragatos, Libertadores, eram comandado por Gumercindo Saraiva que veio do Uruguai e que subiu guerreando até Santa Catarina e chegou Paraná, mas não conseguiu chegar até São Paulo, por causa da resistência na Lapa, no Paraná. O que aconteceu foi que a Lapa resistiu, por 28 dias, o que possibilitou tempo para chegar em as armas modernas para os republicanos contra-atacarem.

A guerra foi deflagrada na madrugada de 5 de Fevereiro de 1893, quando o Caudilho, Gumercindo Saraiva, à frente de 400 homens a cavalo e, precariamente armados, cruzou a fronteira na altura de Aceguá. A Rebelião provavelmente teria terminado dois meses depois se não fosse por causa dele. Tinha 40 anos e era o mais velho dos onze filhos de Francisco Saraiva, que como tantos brasileiros, se estabeleceram no Uruguai, desde a Guerra dos Farrapos. Perseguido no Uruguai por razões políticas, em 1883, foi viver numa estância que o pai possui em Santa Vitória do Palmar. Na região havia se tornado refúgio de contrabandistas, ladrões de gado e malfeitores de toda espécie. Gumercindo dedicou-se a combatê-los chegando a ter 200 homens a seu serviço.


Fonte: blog do Rogério Bastos

Marcadores: ,

Postar um comentário

[blogger][facebook]

Italo Dorneles

{picture#https://scontent.fcwb2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/20031980_1559156280771539_4826566830380784332_n.jpg?_nc_cat=0&oh=31056e35fc0ba042b61a3b826bd6d603&oe=5BD0DC01} O editor Ítalo Oliveira Dorneles é gaúcho, natural de Canguçu e hoje residente e domiciliado em Arroio Grande. Advogado, atua nas mais diversas áreas do Direito. Apaixonado pela cultura gaúcha, já participou (como integrante e ensaiador) de diversos grupos de danças e também participou de festivais de declamação. Desde 2008 edita, administra e mantém o PROSA GALPONEIRA. {facebook#https://www.facebook.com/italo.dorneles} {twitter#http://twitter.com/italodornelesrs} {google#https://plus.google.com/+ÍtaloDorneles} {youtube#http://www.youtube.com/c/%C3%8DtaloDorneles} {instagram#https://www.instagram.com/italodornelesrs}

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.