Contribuições dos Povos Formadores do Rio Grande do Sul



Ao iniciar a explanação sobre essa temática, é importante destacar que o nosso estado é formado por diversos povos, que contribuíram para a formação social e cultural, nos legando vários aspectos importantes para serem destacados em uma prova oral.

Os índios foram primeiros habitantes do Brasil e consequentemente do Rio Grande do Sul, eram divididos em três principais grupos: Jês, Guaranis e Pampeanos. Esse povo nos legou o poncho, o mutirão, o uso da erva-mate (caá-iari), a lenda o M’Boytatá, etc. No vocabulário, as palavras cancha, chiripá, charque, xirú, pampa, vincha, biriva, che, cuia, pateca, pia, tapera, são de origem indígena.

Sobre o negro, muitos acreditam que eles chegaram no Rio Grande do Sul em 1725, com a frota de João Magalhães, outros acreditam que ele adentrou em 1737, na construção do forte Jesus-Maria-José. Outros ainda acreditam que a chegada do negro foi em 1780, com as charqueadas, trabalhando na condição de mão de obra escrava. Os negros nos legaram o quibebe, mocotó, feijoada (na culinária), as palavras cacimba, xerenga, sanga, matungo, a Umbanda, a Linha-cruzada, a Congada, enfeites, berloques.

Os portugueses, que chegaram em 1737 na construção da primeira edificação portuguesa em solo gaúcho: o forte Jesus-Maria-José, por José da Silva Paes. Nos legaram as crendices, superstições, cavalhadas, festa de Nossa Senhora dos Navegantes, Corpus Christi, Missa do galo, Terno de reis, Folia do Divino,

Os imigrantes alemães que chegaram em 1824 e se instalaram na Real Feitoria do Linho Cânhamo, nos legaram a árvore de natal, ninhos de páscoa, o kerb, a coroa do advento, o terno de atiradores, o rei do tiro, as casas em estilo enxaimel. Na culinária, o café colonial, cuca, tortas, schmier. Foram esses imigrantes que implantaram igrejas, escolas e clubes de canto e tiro.

Em 1875 chagaram no RS os imigrantes italianos, que se instalaram nas Colônias de Conde D’Eu, Dona Isabel, Silveira Martins e Fundos de Nova Palmira. Esses, nos deixaram como legado, na culinária, a polenta, as massas, o risoto, o vinho, a graspa. Também os jogos como o jogo da mora, bocha, quatrilho, trissete, bisca. Ainda nos legaram os capitéis, as casas divididas por um alpendre e cobertas por tabuinhas chamadas scándoles.

Sabemos que existem inúmeras contribuições dos povos formadores do nosso estado, então podes escolher falar sobre aquelas que tens mais convicção para discorrer e assim, não confundir datas e contribuições no momento da explanação.

Por fim, podes parafrasear Antônio Augusto Fagundes: 'o Rio Grande é um mosaico cultural' e expor a sua conclusão sobre a importância dessa mescla de culturas que encontramos no nosso estado e que formam o povo gaúcho.

Prendas Adultas do Rio Grande do Sul 2018/2019

Fonte: blog Cantinho Gaúcho, de Carolina Bouvie

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Italo Dorneles

{picture#https://scontent.fcwb2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/20031980_1559156280771539_4826566830380784332_n.jpg?_nc_cat=0&oh=31056e35fc0ba042b61a3b826bd6d603&oe=5BD0DC01} O editor Ítalo Oliveira Dorneles é gaúcho, natural de Canguçu e hoje residente e domiciliado em Arroio Grande. Advogado, atua nas mais diversas áreas do Direito. Apaixonado pela cultura gaúcha, já participou (como integrante e ensaiador) de diversos grupos de danças e também participou de festivais de declamação. Desde 2008 edita, administra e mantém o PROSA GALPONEIRA. {facebook#https://www.facebook.com/italo.dorneles} {twitter#http://twitter.com/italodornelesrs} {google#https://plus.google.com/+ÍtaloDorneles} {youtube#http://www.youtube.com/c/%C3%8DtaloDorneles} {instagram#https://www.instagram.com/italodornelesrs}

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