Vídeo: Chama Crioula cruza o Rio Grande

Cerca de mil peões foram divididos em pelo menos 30 comitivas, que representam regiões tradicionalistas
Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal


Os cavaleiros que conduzem a Chama Crioula para todas as regiões do Estado promovem um espetáculo à parte, pouco conhecido e valorizado. Desde a geração da centelha, em Iraí, no último dia 10, eles enfrentam frio, chuva e saudade da família para honrar o compromisso que faz parte dos festejos farroupilhas. São cerca de mil peões, divididos em pelo menos 30 comitivas, cada uma representando uma Região Tradicionalista (RT). A mais longa, de 900 quilômetros, se desloca para o Chuí. O planejamento de uma cavalgada da Chama Crioula começa longe do lombo do cavalo. Meses antes, coordenadores de cada grupo percorrem fazendas e CTGs de carro, para delimitar o trajeto e pedir pousada. Ao longo do ano, eles pagam uma mensalidade, organizam eventos e buscam patrocínios para bancar as despesas.


Equipes garantem logística

No percurso da chama crioula, os peões contam com equipes de apoio que montam os acampamentos e preparam a comida. Geralmente, onde chegam, são recebidos com festa. Pecuaristas fazem churrascos, prefeituras organizam cerimoniais e até apresentações artísticas, como ocorreu em Cristal do Sul, na homenagem ao grupo da 2ª Região Tradicionalista (Butiá). Em Camargo, teve música gaúcha para animar as equipes da 11ª RT (Bento Gonçalves) e 30ª RT (Novo Hamburgo).


População aplaude

No dia 18, cavalguei com o grupo Cavaleiros do Planalto Médio, responsável por conduzir a Chama até Passo Fundo, junto com o cantor Érlon Péricles, compositor da música-tema dos Festejos Farroupilhas. Aproveitamos para gravar um clipe. A passagem pelas ruas de Rondinha trouxe  à janela das casas moradores que aplaudiam. No caminho, onde há escolas, os cavaleiros conversam com os alunos a importância desse ritual. Viva o Rio Grande! Viva os cavaleiros da Chama Crioula!


Para ver o vídeo CLIQUE AQUI.


Por Giovani Grizot
Fonte: portal GaúchaZH

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Italo Dorneles

{picture#https://scontent.fcwb2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/20031980_1559156280771539_4826566830380784332_n.jpg?_nc_cat=0&oh=31056e35fc0ba042b61a3b826bd6d603&oe=5BD0DC01} O editor Ítalo Oliveira Dorneles é gaúcho, natural de Canguçu e hoje residente e domiciliado em Arroio Grande. Advogado, atua nas mais diversas áreas do Direito. Apaixonado pela cultura gaúcha, já participou (como integrante e ensaiador) de diversos grupos de danças e também participou de festivais de declamação. Desde 2008 edita, administra e mantém o PROSA GALPONEIRA. {facebook#https://www.facebook.com/italo.dorneles} {twitter#http://twitter.com/italodornelesrs} {google#https://plus.google.com/+ÍtaloDorneles} {youtube#http://www.youtube.com/c/%C3%8DtaloDorneles} {instagram#https://www.instagram.com/italodornelesrs}

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