Grupo Geda comemora aniversário dançando na FLIP em Paraty


Geórgia Macedo integra o elenco que irá dançar na FLIP. Foto Sabrina Canton


Com Uma Noite Para Criar, Um Dia Para Dançar Grupo Geda comemora aniversário dançando na FLIP em Paraty

Uma das mais tradicionais companhias de dança contemporânea do Rio Grande do Sul, o Geda Cia de Dança, dirigido pela coreógrafa Maria Waleska van Helden, está comemorando, em 2018, 35 anos de ininterrupta atividade artística. Para marcar a data, muitas atividades estão previstas ao longo do ano. A primeira delas se realiza no próximo dia 27 de julho, quando o Geda participa, como convidado, da Feira Literária Internacional de Paraty - FLIP, no Rio de Janeiro, um dos maiores eventos nacionais voltados à literatura. As performances serão apresentadas ao público da FLIP às 14h, no espaço aberto denominado Praça Caiborê.

A companhia gaúcha integra o projeto "Uma Noite para criar e um dia pra dançar", obra performática na qual seis bailarinos irão dançar uma obra premiada na FLIP em 2017. Nesta criação, que envolve um diálogo interseccional entre literatura, dança contemporânea e performance, haverá a pontuação dramatúrgica em dança da obra Hoje está um Dia Morto, de André de Leones, vencedor na categoria romance da edição 2005/2006 do Prêmio Sesc de Literatura.

A proposta é curiosa: cada bailarino recebeu o livro e, a partir de sua leitura pessoal, chegará em Paraty, no dia anterior ao espetáculo, para conceber, durante a noite, uma performance no local proposto pelo Sesc. A ideia é que a obra coreográfica dialogue não apenas com o livro e a leitura pessoal, mas com o espaço escolhido e com o público deste espaço, potencializando essa transdisciplinaridade. - Queremos que o trabalho resulte numa performance híbrida e envolvente, dando vida e movimento aos anseios humanos mais íntimos e profundos, num entrelaçamento de linguagens  e interpretações que transitam  entre a  literatura, a dança e a vida, justifica Maria Waleska van Helden. - A literatura e as artes cênicas percorrem cominhos entrelaçados, em que a primeira inspira a segunda e muitas vezes os personagens da segunda viram o sustentáculo da produção da primeira, comenta a coreógrafa.

É nessa tessitura de vivências, utilizando espaços pouco convencionais e criações que mexem com o imaginário do público, que o Grupo Geda chega aos 35 anos de idade, consolidado como um dos principais grupos de dança contemporânea do RS, sob a coordenação coreográfica Maria Waleska Van Helden. Ao longo deste período, o Geda teve seu talento reconhecido em diversas capitais no Brasil, na Espanha, em Cuba, na Bélgica e na Argentina.

O que por aí!

Integrando as comemorações de seus 35 anos, o Grupo Geda irá apresentar, no dia 25 de setembro, no Theatro São Pedro, o projeto De Lá prá Cá, marcado pela estreia de seu novo espetáculo, Às Vezes eu Kahlo - obra protagonizado pela bailarina Graziela Silveira, que aborda a imobilidade criativa da pintora mexicana Frida Kahlo -, e da apresentação de Verde (In)tenso, montagem vencedora do Prêmio Klauss Vianna 2016. Encerrando as comemorações do seu aniversário, o Geda estreia, em 11 novembro próximo, o espetáculo Vaga, que irá abordar a problemática dos refugiados e imigrantes. Com o elenco da companhia e a participação de imigrantes de diversas grupos étnicos, a obra terá trilha sonora assinada por Thiago Ramil.

Sobre o Geda

O Geda, companhia de dança contemporânea fundada em 1980, sob a direção da coreógrafa Maria Waleska Van Helden, teve marcada atuação no Interior do Rio Grande do Sul, na Região da Fronteira Oeste, inicialmente, divulgando este gênero de dança. Em 2002, a companhia estabeleceu-se em Porto Alegre, desenvolvendo um trabalho de dança contemporânea e dança-teatro. Entre suas principais montagens, diversas vezes premiadas, que englobam interferências, performances e espetáculos, estão: Piscina (2002), Traição (2003), Idas e Vindas (2003), Pop (2006), Tic Tac (2006), Esconderijos do Tempo (2006), Corte (2009); Il faut trouver chaussure á son pied (2011); Projeto Altos e Baixos (2012) ; Cem Metros de Valsa e Um Grama (2011 - Prêmio Açorianos de Dança); Não me toque estou cheia de lágrimas - Sensações de Clarice Lispector (2012); Verde (In) Tenso (2016). Destacam-se, ainda, o projeto Todas as Estações em Movimento, formada pelas coreografias: Inverno (2007), Outono (2007), Primavera (2008) e Verão (Mar-Íntimo/2010).


Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu (MTB 8679-4)

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Italo Dorneles

{picture#https://scontent.fcwb2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/20031980_1559156280771539_4826566830380784332_n.jpg?_nc_cat=0&oh=31056e35fc0ba042b61a3b826bd6d603&oe=5BD0DC01} O editor Ítalo Oliveira Dorneles é gaúcho, natural de Canguçu e hoje residente e domiciliado em Arroio Grande. Advogado, atua nas mais diversas áreas do Direito. Apaixonado pela cultura gaúcha, já participou (como integrante e ensaiador) de diversos grupos de danças e também participou de festivais de declamação. Desde 2008 edita, administra e mantém o PROSA GALPONEIRA. {facebook#https://www.facebook.com/italo.dorneles} {twitter#http://twitter.com/italodornelesrs} {google#https://plus.google.com/+ÍtaloDorneles} {youtube#http://www.youtube.com/c/%C3%8DtaloDorneles} {instagram#https://www.instagram.com/italodornelesrs}

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