34ª Cavalgada do Mar será de 02 a 10 de fevereiro

Uma foto pra história: Manoel Pedro da Silva Melo, Celso Souza Soares da ORCAV, Manoelito Savaris e Vilmar Romera


Ao remexer nos "alfarrábios" encontrei umas dicas para cavalgadas escritas pelo meu amigo, o saudoso Cel. Celso Souza Soares, que foi Presidente da CBTG e da Ordem dos Cavaleiros do Rio Grande do Sul. Dizia ele que tínhamos de ter cuidado com os "setembrinos" que compravam cavalos e tocavam em longas cavalgadas (uma delas era a do 'Mar') sem o devido preparo. Então, certa vez pedi umas dicas para ele, que prontamente me atendeu. Agora, está chegando mais uma vez a cavalgada do litoral norte, a Cavalgada do Mar, que este ano vem de Torres até Dunas Altas. Acompanhe algumas dicas...

Dicas
      
Os passos que antecedem uma cavalgada irão determinar o sucesso ou não dela. Uma avaliação da condição do animal e de sua saúde pode garantir uma cavalgada tranquila. Além disso, uma preparação física correta pode garantir um menor desgaste físico e a redução dos riscos de acidentes graves por esforço excessivo. Faça uma consulta prévia com um médico veterinário. Exames que avaliam a saúde do animal (hemograma, sorológico para leptospirose, etc.) podem evitar sacrifícios desnecessários de animais doentes.

Um animal, mesmo sadio, sem uma preparação física adequada pode, durante uma cavalgada, apresentar intolerância ao exercício (estafa) o que o impediria de completar o trajeto. Durante a cavalgada devemos observar certos detalhes, pois serão a garantia da integridade física do nosso animal. São estes:

- O alimento sólido deve ser oferecido 2 horas antes do início da cavalgada e 3 horas após o seu término, diminuindo o risco de cólicas;

- Revisar as encilhas, principalmente os xergões e mantas, para evitar qualquer material estranho que possa ferir o lombo do animal;

- Revisar a embocadura (freio) a fim de evitar lesões na boca de seu animal, deixando sempre a barbela justa, porém não apertada;

- Respeitar as paradas de descanso. Durante as quais se deve afrouxar as encilhas, revisa-las e oferecer água de forma moderada (4 a 5 litros) para não ultrapassar a capacidade do estômago. Revise seu animal periodicamente, garantindo o fornecimento de água limpa e fresca.

- Ao final do percurso deve-se desencilhar o animal, leva-lo para pastar e se rebolcar. Oferecer água 30 minutos após a chegada, quando as frequências cardíaca e respiratória estarão normalizadas;

- Seguir dois à dois a cavalgada, com a bandeira de seu piquete à frente do grupo, identificando-o, evitando paradas desnecessárias, contribuindo com o fluxo constante da cavalgada, evitando, assim, grandes distanciamentos e corridas à toa (os famosos  “mata-cavalo”);


Fonte: blog do Rogério Bastos
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Italo Dorneles

{picture#https://scontent.fcwb2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/20031980_1559156280771539_4826566830380784332_n.jpg?_nc_cat=0&oh=31056e35fc0ba042b61a3b826bd6d603&oe=5BD0DC01} O editor Ítalo Oliveira Dorneles é gaúcho, natural de Canguçu e hoje residente e domiciliado em Arroio Grande. Advogado, atua nas mais diversas áreas do Direito. Apaixonado pela cultura gaúcha, já participou (como integrante e ensaiador) de diversos grupos de danças e também participou de festivais de declamação. Desde 2008 edita, administra e mantém o PROSA GALPONEIRA. {facebook#https://www.facebook.com/italo.dorneles} {twitter#http://twitter.com/italodornelesrs} {google#https://plus.google.com/+ÍtaloDorneles} {youtube#http://www.youtube.com/c/%C3%8DtaloDorneles} {instagram#https://www.instagram.com/italodornelesrs}

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