Num 14 de novembro ocorreu a Batalha dos Porongos

Cerro dos Porongos, onde aconteceu a Batalha - Dom Pedrito


Em 14 de novembro de 2017, registra-se 173 anos de um fato histórico, político e social de muita relevância dentro da Guerra dos Farrapos - a Batalha dos Porongos.

Estamos fazendo referência a Batalha dos Porongos, episódio até hoje envolto em brumas pois culminou com a morte de dezenas de Lanceiros Negros, acampados na localidade de Cerro dos Porongos (foto), meses antes do final da revolução e previamente desarmados por seu comandante, General David Canabarro, sob o pretexto de alguma revolta dentro da própria cavalaria farroupilhas. O fato é que naquela noite, sob o comando de Moringue, os imperialistas atacaram e mataram mais de 100 negros.

Os boatos que seguiram a esta que foi uma das últimas batalhas, e que perduram até hoje, é que tal embate havia sido premeditado entre o então Duque de Caxias e o citado general farroupilha.

O Piquete Lanceiros Negros Contemporâneos, de Porto Alegre, e mais uma dúzia de escritores defendem a tese de traição baseados em uma suposta carta de Caxias a Moringue dando conta do desarmamento dos lanceiros.

A verdade é que os originais desta carta nunca foram vistos e quem não compactua com a tese conspiratória alega que tal carta foi falsificada e distribuída na cidade de Piratini após a batalha com o intuito de denegrir Canabarro e enfraquecê-lo nas tratativas de paz que seguiriam meses após.
 
Estou lendo bastante a respeito do assunto mas, quanto mais a gente se aprofunda, mais as dúvidas aparecem. Espero que, ao final do terceiro livro sobre o tema, eu tome uma posição.


Fonte: blog do Léo Ribeiro
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Italo Dorneles

{picture#https://scontent.fcwb2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/20031980_1559156280771539_4826566830380784332_n.jpg?_nc_cat=0&oh=31056e35fc0ba042b61a3b826bd6d603&oe=5BD0DC01} O editor Ítalo Oliveira Dorneles é gaúcho, natural de Canguçu e hoje residente e domiciliado em Arroio Grande. Advogado, atua nas mais diversas áreas do Direito. Apaixonado pela cultura gaúcha, já participou (como integrante e ensaiador) de diversos grupos de danças e também participou de festivais de declamação. Desde 2008 edita, administra e mantém o PROSA GALPONEIRA. {facebook#https://www.facebook.com/italo.dorneles} {twitter#http://twitter.com/italodornelesrs} {google#https://plus.google.com/+ÍtaloDorneles} {youtube#http://www.youtube.com/c/%C3%8DtaloDorneles} {instagram#https://www.instagram.com/italodornelesrs}

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