Baile lota CTG Gomes Jardim


Esqueça aquela cena comum em grandes shows gauchescos: público na frente do palco, tirando fotos, contemplando os artistas. Na apresentação de Joca Martins, sábado, no CTG Gomes Jardim, em Guaíba, o salão ficou lotado no início ao fim da apresentação do cantor. "Casório de fronteira" e "Eu não sou Convencido", do Gildo de Freitas, fizeram parte do repertório bailável. Claro, não poderia faltar o sucesso recente "Nem que o mundo venha abaixo", o ponto alto da noite. E quando tudo parceria ter encerrado, com o público retornando para as mesas, eis que Joca lasca um medley chamado "Bailanta do Joca',  de levantar a poeira do galpão, com Bailanta do Tibúrcio, Cantador de campanha e Pra bailar de cola atada.

Essa modalidade de apresentação abre uma nova perspectiva para quem organiza bailes gaúchos, em especial, os CTGs. O patrão pode contratar um conjunto pequeno, e depois emendar com a apresentação do Joca. Ninguém fica parado. Será que ver o público dançando em vez de ficar em frente ao palco, incomoda o artista? "Muito pelo contrário. Da mesma forma que me alegra quando estão assistindo, me alegra quando estão dançando. São duas mandeiras das pessoas manifestarem sua alegria naquele momento, afirma Joca.

Voltando a Guaíba: a noite de sábado, no Gomes, foi ainda mais especial porque o encerramento da bailante foi feito pelo João Luiz Corrêa e grupo Campeirismo. Daquele jeito que todos conhecem: estilo agradão, carismático. Mais uma vez, João chegou a descer do palco para atender aos fãs, durante o baile. O Pachola, vocalista, assumiu as rédeas do vocal.. Mais de 800 pessoas enfrentaram o frio para se "aquecer" no centro de tradições. Foi um baile gaúcho, mas pode chamar de show.

por Giovani Grizotti
Fonte: portal do Repórter Farroupilha no G1
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Italo Dorneles

{picture#https://scontent.fcwb2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/20031980_1559156280771539_4826566830380784332_n.jpg?_nc_cat=0&oh=31056e35fc0ba042b61a3b826bd6d603&oe=5BD0DC01} O editor Ítalo Oliveira Dorneles é gaúcho, natural de Canguçu e hoje residente e domiciliado em Arroio Grande. Advogado, atua nas mais diversas áreas do Direito. Apaixonado pela cultura gaúcha, já participou (como integrante e ensaiador) de diversos grupos de danças e também participou de festivais de declamação. Desde 2008 edita, administra e mantém o PROSA GALPONEIRA. {facebook#https://www.facebook.com/italo.dorneles} {twitter#http://twitter.com/italodornelesrs} {google#https://plus.google.com/+ÍtaloDorneles} {youtube#http://www.youtube.com/c/%C3%8DtaloDorneles} {instagram#https://www.instagram.com/italodornelesrs}

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