Onça pintada ataca homem e tenta afogá-lo em Esmeralda!

Buenas indiada, tudo firme e forte?

Parece até mentira e periga tanta verdade, mas o causo é verídico.

O fato ocorreu na localidade de Esmeralda, município a só uns 50 minutos de Vacaria, e 300km de Porto Alegre.

O vivente que presenciou o fato contou tudo em detalhes para a Estância Virtual, porém pediu que seu nome não fosse revelado. Para manter a autenticidade da notícia, vamos manter a escrita conforme foi falada.

“Estava o quera pescando numa sanga, e por não tá beliscando nem uns lamabazirito, resolveu mesmo toma um banho ali mesmo. O vivente desprivinido enquanto se lavava foi surpreendido por uma pintada... Onça pintada né che, caso tu não conheça esses bicho...

É claro que o índio véio não se assustou, e deu uma encarada bem firme nela, até que ela se botasse contra ele. Foi aí então que o vivente garrou a pintada pelas munheca, e começaram a toriar de verdade. O vivente além de forte era ligeiro, e conseguiu passa uma rasteira na onça, até que saíram então os dois rolando na sanga.

Um pouco era a onça por cima arranhando ele de tudo quanto era jeito, outro pouco era a onça por baixo levando meia dúzia de soco... Até que no calor do entrevero o índio véio lembrou que tinha um canivete guardado, e que tava meio fácil pra ele pega. Não teve dúvida, levantou e saiu correndo da pintada, mas não por medo é craro, e sim pra pega o canivete!

Quando ele conseguiu dá de mão no canivete, a onça pegou ele de novo, e acabou derrubando  a arma na sanga... Aí o vivente até que se preocupo um pouco, mas imagino que ele pensou “vou cansa essa bicha e depois percuro meu canivete!”.

E dito e feito! Quando a bicha cansava, ele ficava de croque pra tentá acha o canivete que tinha caído na sanga, e tu acredita que a pintada se botava nele de novo e tentava afogá o vivente? Ela não mordia nem nada, era até engraçada a cena, e sim queria mata o xirú afogado.

Mas no final não deu outra: o xirú sangrou a bicha. E ainda depois se lamentô, porque tava muito longe de casa e de apé, e pra não chegar em casa já de noite, não teve tempo de tirar o couro da pintada...”

DEUSOLIVRE!!!

Não sei como essas coisas não passam na TV né che? Isso sim que é notícia de respeito!!

Quem conversou com o vivente que presenciou o acontecimento foi o grande amigo (e contador de causo) Jonas Paim da Silveira, também conhecido como Bolinho pros mais chegado. Gracias Jonas!



por Guilherme Milani Lorscheider
Fonte: portal Estância Virtual.

Para saber mais, clique aqui.
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Italo Dorneles

{picture#https://scontent.fcwb2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/20031980_1559156280771539_4826566830380784332_n.jpg?_nc_cat=0&oh=31056e35fc0ba042b61a3b826bd6d603&oe=5BD0DC01} O editor Ítalo Oliveira Dorneles é gaúcho, natural de Canguçu e hoje residente e domiciliado em Arroio Grande. Advogado, atua nas mais diversas áreas do Direito. Apaixonado pela cultura gaúcha, já participou (como integrante e ensaiador) de diversos grupos de danças e também participou de festivais de declamação. Desde 2008 edita, administra e mantém o PROSA GALPONEIRA. {facebook#https://www.facebook.com/italo.dorneles} {twitter#http://twitter.com/italodornelesrs} {google#https://plus.google.com/+ÍtaloDorneles} {youtube#http://www.youtube.com/c/%C3%8DtaloDorneles} {instagram#https://www.instagram.com/italodornelesrs}

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