O desleixo com a lendária Santa Fé


Érico Veríssimo deu, inicialmente, à sua trilogia o título de “O Vento e o Tempo” que permaneceu quando os originais foram mandados para impressão na Editora ‘Globo’. Mas quando já estava para ser lançada a primeira edição o título foi invertido para “O Tempo e o Vento”. O espaço em que a narrativa se desenvolve é a cidade fictícia de Santa Fé. E nós fomos visitar a Lendária cidade, que fica dentro do Parque do Gaúcho, em Bagé.


O  abandono da "vila de Santa Fé", por parte do poder público de Bagé nos pareceu que, turismo cultural não interessa aos governos do PT. Pois eram eles que ali estavam e abandonaram o presente que está instalado no interior do Parque do Gaúcho. Construída há mais de cinco anos para abrigar as filmagens de “O Tempo e o Vento”, a cidade cenográfica virou ponto turístico de Bagé, na Região da Campanha.


Através do Coordenador da 18ª RT, Gilberto Silveira, conhecemos Chico Azambuja, declamador Regional e que está preocupado com a situação do Parque. Azambuja é o Coordenador da cidade cenográfica Santa Fé. A estrutura que deveria virar um complexo cultural apresenta problemas em função da falta de manutenção.


Está nas mãos desses galos tentar deixar tudo pronto para receber o Rio Grande em maio, durante a Ciranda de Prendas, cuja anfitriã será a jovem Roberta jacinto, do CTG Prenda Minha. Enquanto isso, parte da história da família Terra/Cambará e da formação do estado está praticamente fechada.

Opinião do BLOG DO ROGÉRIO BASTOS: Enquanto as autoridades não entenderem que o turismo cultural pode ajudar no desenvolvimento da região da campanha... vão padecer e muito. Arrumar Santa Fé, colocar um fotografo com traje de época, para o turista fazer seu "retrato" e se sentir um Terra/Cambará, uma loja de souvenirs, um "boteco", atividades de escolas ali, são faltas que não deixam o local crescer e, consequentemente, a região....


Fonte: blog do Rogério Bastos

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Italo Dorneles

{picture#https://scontent.fcwb2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/20031980_1559156280771539_4826566830380784332_n.jpg?_nc_cat=0&oh=31056e35fc0ba042b61a3b826bd6d603&oe=5BD0DC01} O editor Ítalo Oliveira Dorneles é gaúcho, natural de Canguçu e hoje residente e domiciliado em Arroio Grande. Advogado, atua nas mais diversas áreas do Direito. Apaixonado pela cultura gaúcha, já participou (como integrante e ensaiador) de diversos grupos de danças e também participou de festivais de declamação. Desde 2008 edita, administra e mantém o PROSA GALPONEIRA. {facebook#https://www.facebook.com/italo.dorneles} {twitter#http://twitter.com/italodornelesrs} {google#https://plus.google.com/+ÍtaloDorneles} {youtube#http://www.youtube.com/c/%C3%8DtaloDorneles} {instagram#https://www.instagram.com/italodornelesrs}

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