Se foi o Eduardo "véio"


SE FOI O EDUARDO "VÉIO"

De ladrão não tenho dó
quero que viva enjaulado
vendo o sol nascer quadrado
das frinchas de um xilindró.
Mas não quero que vá só
ainda falta uns companheiros
que caparam meu dinheiro
e andam aí, de terno fino,
só que "veiaco" e ladino
se conhece pelo cheiro.

Charge do Cau Gomez, reprodução de A Tarde.


Fonte: blog do Léo Ribeiro
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Italo Dorneles

{picture#https://scontent.fcwb2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/20031980_1559156280771539_4826566830380784332_n.jpg?_nc_cat=0&oh=31056e35fc0ba042b61a3b826bd6d603&oe=5BD0DC01} O editor Ítalo Oliveira Dorneles é gaúcho, natural de Canguçu e hoje residente e domiciliado em Arroio Grande. Advogado, atua nas mais diversas áreas do Direito. Apaixonado pela cultura gaúcha, já participou (como integrante e ensaiador) de diversos grupos de danças e também participou de festivais de declamação. Desde 2008 edita, administra e mantém o PROSA GALPONEIRA. {facebook#https://www.facebook.com/italo.dorneles} {twitter#http://twitter.com/italodornelesrs} {google#https://plus.google.com/+ÍtaloDorneles} {youtube#http://www.youtube.com/c/%C3%8DtaloDorneles} {instagram#https://www.instagram.com/italodornelesrs}

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