A ética em um mundo liquido - A vida sem ética dá mais trabalho



Solicitado em alguns momentos para falar nas palestras sobre ética, principalmente quando se trata de atividades tradicionalistas, me fez escrever estas linhas.

Refletindo sobre a ética Aristotélica, quando Aristóteles dedicou um livro ao seu filho, "Ética à Nicômaco", fala que a felicidade não é um efeito do acaso, diz ele, ao mesmo tempo que é um dom dos deuses e o resultado dos nossos esforços. A dignidade da felicidade é entendida desta forma. Entre todos os seres vivos, somente o homem pode ser feliz, porque é o único capaz de virtude. Um pouco diferente do que conhecemos hoje sobre virtude, ele a trata como "o fazer bem feito". Aristóteles, rompendo com Platão, acredita na educação para se fazer o certo ou para se fazer o errado, dependendo de como for educado, pois a virtude ética é adquirida, ou seja, é ensinada, não nasce com as pessoas.


Nenhuma criança nasce com moral ou ética. Ela é educada para tal. Tanto que elas não perguntam para os pais:"- posso fazer xixi aqui ou defecar aqui no chão?" - Ela simplesmente faz. Aos poucos e, com muito trabalho, vamos ensinado o certo para ela. Ensinamos os limites, as regras, o comportamento.

Mas como ser ético em um mundo em que a ética é tratada como babaquice? Onde, para o grupo a ética deve ser dura, mas, individualmente, deve ter uma certa "flexibilidade"?



O uso da necessidade como desculpas... não poder mensurar o tamanho do desvio para medir o maior ladrão... O bem individual se sobrepondo ao coletivo... questões para uma reflexão, pois a vida sem ética dá muito mais trabalho para ser vivida (Leandro Karnal). Pense nisso.


Fonte: blog do Rogério Bastos
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Italo Dorneles

{picture#https://scontent.fcwb2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/20031980_1559156280771539_4826566830380784332_n.jpg?_nc_cat=0&oh=31056e35fc0ba042b61a3b826bd6d603&oe=5BD0DC01} O editor Ítalo Oliveira Dorneles é gaúcho, natural de Canguçu e hoje residente e domiciliado em Arroio Grande. Advogado, atua nas mais diversas áreas do Direito. Apaixonado pela cultura gaúcha, já participou (como integrante e ensaiador) de diversos grupos de danças e também participou de festivais de declamação. Desde 2008 edita, administra e mantém o PROSA GALPONEIRA. {facebook#https://www.facebook.com/italo.dorneles} {twitter#http://twitter.com/italodornelesrs} {google#https://plus.google.com/+ÍtaloDorneles} {youtube#http://www.youtube.com/c/%C3%8DtaloDorneles} {instagram#https://www.instagram.com/italodornelesrs}

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