Crédito: Divulgação

Que orgulho! Mais uma vez o violonista e compositor gaúcho Yamandu Costa, cria dos festivais nativistas, recebeu distinção em nivel nacional! Nessa quarta-feira, 22/6 o guri recebeu 2 troféus na categoria Instrumental da 27ª edição do Prêmio da Música Brasileira, em solenidade realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, reunindo os maiores nomes da música brasileira, e que teve como homenageado da noite, Gonzaguinha. Tocata à Amizade levou os prêmios de Melhor Álbum e Melhor Grupo instrumental para Yamandu, Rogerio Caetano, Luis Barcelos e Bebê Kramer (também gaúcho).

Outro gaúcho que se destacou na premiação foi o ator Júlio Andrade, que já tinha interpretado Gonzaguinha no filme Gonzaga – De pai pra filho, e que o representou durante a solenidade, contando sua história, em emocionante atuação.

O violonista tinha três indicações pelo CD Tocata à amizade, na categoria instrumental: Melhor Álbum, Solista e Grupo. Yamandu já obteve distinção em edições anteriores do Prêmio da Música Brasileira e do Prêmio Visa, assim como nos principais festivais do Estado, e atualmente é um dos músicos brasileiros mais requisitados para shows no exterior.

TOCATA À AMIZADE: Todos os temas foram gravados na formação de quarteto que, além de Yamandu (violão de 7 cordas de naylon) reúne os músicos Rogerio Caetano (violão 7 cordas de aço), Luis Barcelos (bandolim de 10 cordas e arranjos da “Suíte Impressões Brasileiras”) e do também gaúcho Bebê Kramer no acordeom. O CD de Yamandu Costa presta homenagem não só a músicos que ele admira, mas também à própria arte de tocar um instrumento. A ideia de gravar o CD veio a partir de um convite que Yamandu recebeu do Auditório do Museu do Louvre, em Paris. “Eles me encomendaram uma peça, queriam que eu mostrasse um pouco da música popular do Brasil, por isso compus a suíte “Impressões brasileiras”, há cerca de quatro anos”, conta. Escrita para a formação de quarteto – violões, acordeom e bandolim – a suíte abre o novo “Tocata à amizade”. Logo após a suíte composta por Yamandu, o álbum traz temas habituais nas tocatas informais, além de duas inéditas do violonista: o choro “Boa Viagem” e “Negra bailarina”. Dos compositores homenageados, Yamandu escolheu “Graúna”, de João Pernambuco, e “Pedra do Leme”, de Raphael Rabello e Toquinho, tema muito pouco conhecido, gravado em um álbum de Raphael Rabello.O CD fecha com a “Suíte Retratos”, do compositor, músico e maestro Radamés Gnattali. (Fonte: site do artista).

YAMANDÚ: Violonista e compositor nascido em Passo Fundo em 1980, Yamandu começou a estudar violão aos 7 anos de idade com o pai, Algacir Costa, líder do grupo “Os Fronteiriços” e aprimorou-se com Lúcio Yanel, virtuoso argentino radicado no Brasil. Até os 15 anos, sua única escola musical era a música folclórica do Sul do Brasil, Argentina e Uruguai. Depois de ouvir Radamés Gnatalli, ele começou a procurar por outros brasileiros, tais como Baden Powell, Tom Jobim, Raphael Rabello entre outros. Aos 17 anos apresentou-se pela primeira vez em São Paulo no Circuito Cultural Banco do Brasil, produzido pelo Estúdio Tom Brasil, e a partir daí passou a ser reconhecido como músico revelação do violão brasileiro. Um dos maiores fenômenos da música brasileira de todos os tempos, o jovem Yamandu confirma e merece todos os elogios que recebe quando toca seu violão. Sozinho no palco, é capaz de levantar em êxtase platéias das mais especializadas e de emocionar o grande publico aos mais apurados ouvidos. (Fonte: site do artista).



por Tânia Goulart
Fonte: portal ABC do Gaúcho
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