As entidades Tradicionalistas e seus gestores estão preparados para o século XXI? Qual será o legado para os próximos 50 anos do tradicionalismo organizado? Grandes desafios estão por vir, tanto econômicos, como ambientais, culturais, etc.

No CTG, não basta ensinar a dançar, declamar, cantar, laçar. Não seria importante reciclar o lixo, a economizar água e a cuidar do meio ambiente? Tudo isso é muito importante, mas é fundamental ajudá-las a formar uma mentalidade sustentável, ou seja, uma maneira de ver o mundo em que todas as decisões e atitudes diárias tenham, na sua essência, a noção de cidadania, de aproveitamento de recursos e de resíduos, de cooperação entre as pessoas, de senso de comunidade, de convivência e transparência nas relações. E ai, o tradicionalismo entra como força educacional, não somente cultural.

Patronagens, professores e posteiros estão sendo, cada vez mais, desafiados. Eles se encontram na linha de frente para ensinar, tendo de lidar com uma sociedade que passa por uma crise de crenças. As pessoas tem muita dificuldade de acreditar. Mais do que nunca, esses voluntários, soldados do tradicionalismo, necessitam de programas e cursos de capacitação para entender e melhorar o cotidiano dos CTGs.


Fonte: blog do Rogério Bastos
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